Comentários da Lição 5 (1o Trim/2020) pelo Ancionato
31/01/2020
Meditação diária de 02/02/2020 por Flávio Reti – A Bandeira
02/02/2020

Meditação diária de 01/02/2020 por Flávio Reti – A balança

01° de fevereiro

Provérbios 11:1  “Balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer”

A balança

Existiu na década de sessenta na televisão brasileira um programa humorístico denominado “Balança mas não Cai”, talvez inspirado no verbo balançar que é aquele movimento de vai e vem próprio do brinquedo infantil nos parquinhos públicos. Mas o instrumento balança, pelo menos os mais antigos, também executa o mesmo movimento de vai e vem, com uma diferença que a balança tem um ponteiro no meio que navega por uma escala dependendo do lado que ela pende. Esse tipo de balança de dois pratos é a chamada balança de Roberval, porque foi inventada em 1669, por um francês matemático e físico, de nome Gilles Personne de Roberval. Esta usava em um prato um peso conhecido e no outro prato a substância que se queria pesar. A fidelidade e a precisão eram baixas quando comparadas com as balanças modernas chamadas balanças eletrônicas de precisão que podem pesar até milionésimos de um grama. A história registra a presença da balança com 5.000 anos antes de Cristo, inventada pelos Egípcios para pesar seu metal mais precioso, o ouro. Nos papiros antigos a balança já era representada e no chamado livro dos mortos ela aprece simbolizando o juízo final. É tudo mitologia, mas dizia-se que no juízo o deus Anubis (deus egípcio dos mortos) colocava na balança de um lado o coração do morto, porque ele representava a essência da vida, e no outro lado uma pena da deusa Maat (personificação da justiça e da verdade). Dependendo para que lado a balança pendia, Anubis verificava o peso dos dois e decidia se o espírito do morto ia para o paraíso ou para o inferno. Depois, já nos tempos dos romanos, surgiu a balança romana e hoje, no mundo, a balança é usada não apenas para pesar, mas para representar diversos símbolos que envolva justiça, igualdade e equilíbrio. No direito brasileiro a justiça é representada por uma donzela de olhos vendados segurando uma balança em equilíbrio, sem pender para nenhum dos lados. A balança também é símbolo do SERVIÇO SOCIAL e da profissão de NUTRICIONISTA. Ela aparece ainda no brasão das armas do país da Tunísia. É símbolo do Ministério Público de Rondônia. A balança está presente nas farmácias, nos supermercados, nas indústrias, nos hospitais, nas rodoviárias, nas transportadoras de mercadorias, nas estradas para pesar caminhões, nos guichês de Check in dos aeroportos e até nos banheiros das nossas casas, porque as mulheres, especialmente, gostam de se pesar. É provável que os seres humanos nunca mais consigam viver sem uma balança por perto, porque ela se tornou um objeto de grande utilidade para a humanidade. A bíblia faz referência à balança várias vezes, sempre chamando atenção para a justiça e a equidade. Mais ainda, a justiça de Deus não pende para lado algum e um dia seremos aferidos por ela, então, muito cuidado com a pesagem divina!

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