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Meditação diária 14/05 – Quem foi “o Aleijadinho”?
14/05/2021

Meditação diária 13/05 – Quem descobriu que a matéria é feita de átomos?

Romanos 11:34  “Pois quem jamais conheceu a mente do Senhor? Ou quem se fez seu conselheiro?”

Antes da invenção do microscópio que a literatura afirma ter sido inventado no final do século XVI por dois holandeses, pai e filho, Hans Janssen e seu filho Zacarias Janssen, os dois fabricantes de óculos na Holanda. Mas antes deles, um outro holandês de nome Antonie van Leeuwenhoek, em 1660, já havia feito descobertas biológicas, com um microscópio de uma única lente, em diversos materiais, entre eles os embriões das plantas, os glóbulos vermelhos do sangue e foi ele também quem descobriu a presença de micróbios, hoje conhecidos como micro-organismos. Imagine como vivia a população antes da invenção do microscópio no meio de bactérias, vírus e micro-organismos sem dar conta de que eles existiam. Se tinham uma simples gripe não sabiam que era a infestação de vírus. Quantos não morreram de diarreia sem saber que era uma virose intestinal. A invenção do microscópio foi uma invenção fenomenal para o mudo! Agora pense: Se um microscópio rudimentar, com uma única lente, já permitia tanta descoberta, imagine com os microscópios modernos munidos de várias lentes, um jogo de lentes, e se isso tudo não bastasse ainda temos o microscópio eletrônico com um poder de ampliação muito maior. Hoje se sabe que o átomo é dividido em elétrons, prótons e nêutrons e que eles também são divididos em uma família de quarks, mas descobriu isso tudo? Quem descobriu que a matéria é feita de átomos? Na antiga Grécia, no século 4º. a.C., dois filósofos, Leucipo e Demócrito, observaram o comportamento da matéria e acharam interessante sua característica de poder ser dividida. Então, eles se fizeram a pergunta “o que acontece se uma porção de matéria for dividida continuamente?” A conclusão a que chegaram é que essa sequência de divisões uma hora vai ter que parar. Em algum momento, se chegaria a uma porção de matéria que não poderia mais ser dividida. A essa porção deram o nome de átomo, do grego a=não, tomo=divisão. O átomo seria portanto a porção mínima e indivisível de toda a matéria. E ficaram com isso na cabeça, do átomo como uma “bolinha” microscópica maciça indivisível formadora de toda matéria, e essa ideia continuou assim durante 2 mil anos, até que o químico inglês, John Dalton, em 1808, descobriu que cada substância pura era constituída de um único tipo de átomos. Em seguida, com Nelson Ernest Rutherford, físico neozelandês, que em 1911 rompeu em definitivo com o modelo grego antigo de átomo, com suas experiências concluindo que o átomo deveria ser formado em sua maior parte de espaços vazios com o núcleo de carga elétrica positiva no centro e os elétrons, de carga negativa, orbitando em torno dele na eletrosfera. Hoje sabemos que até o átomo é divisível. “E viu Deus, muito antes,  que tudo era muito bom” (Gen.1:25).

Flávio Reti

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