Meditação de Pôr do Sol de 09/09/2016 por Marlei Alves Martins
20/09/2016
Meditação de Pôr do Sol de 23/09/2016 por Paulo Fellao Filho
22/09/2016

Meditação de Pôr do Sol de 16/09/2016 por Miriam Rizziolli Santos


LIVROS QUE TRANSFORMAM VIDAS
por Miriam Rizziolli Santos
 
Dois estarão no campo; um será tomado, e o outro, deixado. Lucas 17:36
 
Faço parte da terceira geração de adventistas em minha família. Meu avô Fidêncio Rizziolli morava na região de Jaú, SP, e era proprietário da fazenda Caetê. Foi o patriarca de uma numerosa família com oito filhos e uma filha.
 
A conversão dos Rizziolli se deu por meio do trabalho da colportagem. Meu avô tinha comprado a obra O Raiar de um Novo Dia de um colportor, e passara a ouvir pelo rádio o programa “A Voz da Profecia” quando, em 1948, adquiriu outro livro intitulado A Vida de Jesus. Depois disso, foi iniciada uma série de estudos bíblicos que resultou em muitas conversões. Meu avô providenciou um tanque batismal na fazenda para serem batizados os primeiros frutos daquele trabalho: ele, minha avó Luiza e meu tio Abílio.
Meu pai, Pedro Rizziolli, ouvia com interesse a mensagem, mas não se decidia. Certo dia, ao acompanhar uma pregação sobre a volta de Jesus, ele ouviu o pastor citar Lucas 17:36, “dois estarão no campo; um será tomado, e o outro, deixado”. Esse verso o impressionou muito. Como os demais irmãos, ele trabalhava na lavoura e a imagem de um lavrador sendo levado e outro deixado lhe trouxe a seguinte questão: “O que acontecerá comigo? Serei levado ou serei deixado?”
 
O Espírito Santo, por meio daquele verso, tocou o coração de meu pai, que decidiu seguir a Cristo, sendo batizado junto à minha mãe, Laurinda, no tanque batismal da fazenda. Nessa ocasião, seus irmãos Fortunato e Evangelista, sua irmã Regina e sua cunhada Isaura também foram batizados. Outros irmãos foram batizados posteriormente.
 
Várias pessoas tiveram participação direta na conversão de minha família. Infelizmente não sabemos o nome do colportor que vendeu o primeiro livro. O segundo colportor foi o irmão José da Cunha, que iniciou os estudos. Depois, eles foram ministrados pelos pastores Hermínio Sarli e Carlos Tavares. O batismo foi realizado pelo pastor Emílio Azevedo.
 
Atualmente a fazenda tem outro nome, chama-se Santa Cruz, mas o tanque batismal ainda está lá, como testemunha e memorial, lembrando-nos de que, os que semeiam a boa semente não voltam com as mãos vazias, que as promessas de Deus são eternas e que Ele nos prometeu que um dia voltará e nos levará para viver eternamente com Ele.
 
Desde a decisão de meu avô se passaram cinco gerações. Eu não o conheci, mas ele descansou no Senhor e em sua lápide está escrito seu verso preferido: “Combati o bom combate, completei a carreira e guardei a fé.” Meu pai, com 85 anos, tem aguardado fielmente a vinda de Cristo. Desejo estar pronta junto à minha família para ir com Ele aos Céus.
 
E você? Quer ser levado ou deixado?
 
Miriam Rizziolli Santos
Mudou-se para Hortolândia com seus pais em 1963, sendo membro da igreja do IASP desde então. Casada, mãe de duas filhas, enfermeira aposentada, atuou nos seguintes ministérios: Jovens, Escola Sabatina, Ministério da Criança, dos Adolescentes e da Música.

Os comentários estão encerrados.