Meditação de Pôr do Sol de 08/04/2016 por Esther Nery Silvério
07/04/2016
Comentários da Lição 3 (2º Trim/2016) por Guilherme Carrijo, Jeser Castro e Ricardo Dantas
14/04/2016

Meditação de Pôr do Sol de 15/04/2016 por Fabiana Pedroza

PELOS CAMINHOS DO SENHOR 

Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. Jeremias 29:11

Tornei-me adventista do sétimo dia aos sete anos de idade. Apesar de tão pequena, tenho vívida em minha memória a maneira como Deus foi conduzindo cada passo de conversão em nossa família.

Meu pai trabalhava em uma grande empresa do Estado de São Paulo e era convicto de que era uma “boa pessoa”. Segundo ele, isso significava não beber, não fumar, falar sempre a verdade e respeitar o próximo. Conduzia nossa família com grande rigidez, e ensinava que todos os princípios de moralidade deveriam ser seguidos à risca. Minha mãe era cristã protestante. Ela tentava nos levar à igreja, mas meu pai tinha a firme convicção de que isso não era o importante. O que importava mesmo eram os princípios morais.

Em certo momento, um colega de empresa tentou apresentar Jesus ao meu pai, que dizia: “Não preciso de Jesus, sou perfeito no que faço. O que Jesus acrescentaria em minha vida? Não preciso.” Contudo, esse colega não desistiu. Foram anos de insistência, até que meu pai aceitou receber estudos bíblicos para se livrar dele. Após o término da série de estudos, fomos todos batizados: meu pai, minha mãe, minha irmã e eu. No início da vida cristã, ainda tínhamos costumes da velha vida. Por exemplo, nosso hábito era fazer compras na feira aos sábados. Pois bem, durante um longo tempo, íamos para o culto no sábado pela manhã e, na volta, parávamos na feira para fazer as compras. Também demorou para abandonarmos o café. Só depois de algum tempo fomos orientados a respeito do assunto.

A vida mudou muito após nossa conversão. Eu amava a Escola Sabatina e participava ativamente do clube de desbravadores. Conforme fui crescendo, secretariava e contribuía com diversos departamentos da igreja. Passei por dois internatos como estudante e por três como funcionária. Casei-me com um amigo de colégio. Sou apaixonada pelo ambiente do internato e isso contribui com minha vida espiritual até hoje.

Ao longo dos anos alguns membros de minha família se desviaram pelo caminho, mas, pela graça de Deus, eu me mantive firme. A base que recebi na infância e adolescência se mantém até hoje. Deus tem derramado bênçãos a cada dia. Ele tem me guiado e o maior desejo que acalento em meu coração é ver Jesus em breve.

Sou feliz por ter sido apresentada aos caminhos do Senhor na infância. Deus me trouxe alegria e conforto. Sei que Ele me livrou de uma vida triste e infeliz. Sei que Ele tem me conduzido e não tenho dúvidas de que no final chegaremos ao Céu!

Fabiana Pedroza
Nutricionista, casada com Raimundo Junior, professor no IASP e membro ativo do IASP desde 2013.

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