Comentários da Lição 6 (1º Tri/2016) por Jael Enéas
03/02/2016
Comentários da Lição 7 (1º Trim/2016) por Jael Eneas
09/02/2016

Meditação de Pôr do Sol de 05/02/2016 por Carlos José Lacorte

A BUSCA INCESSANTE

Antes de ser afligido, andava errado; mas agora tenho guardado tua palavra. Salmo 119:67

Nasci num lar católico não praticante na cidade de Londrina, PR. Aos 13 anos me tornei mórmon, por influência de uma dupla de missionários americanos que começaram a visitar meu lar. Sem entender muito a doutrina, eu me senti atraído pela quadra de esportes que havia no fundo da igreja e pelos acampamentos à beira do rio Tibagi, em Ibiporã, Paraná.

Dos 15 aos 17 anos, acompanhando minha família, frequentei centros espíritas. Contudo, ao entender que essa não era a vontade de Deus para minha vida, deixei de assistir às sessões.

Após essa fase, comecei a participar de uma seita chamada Perfect Liberty [Liberdade Perfeita], que enfatiza a humildade, mas foi por pouco tempo também. Até os 18 anos eu nem fumava nem bebia, apesar de ter crescido vendendo bebidas alcoólicas na mercearia de meu pai. Todavia, comecei a beber e a fumar quando servi ao Exército, no Tiro de Guerra de Londrina. Visto que meu pai era alcoólatra quando fui gerado, também nasci com tendência ao alcoolismo. Aos 21 anos, eu preferia vodka a cerveja, porque era uma
bebida mais forte.
Nesse período eu trabalhava no Hospital Metropolitano, em Cambé, PR, que foi vendido à Golden Cross e entregue para a Igreja Adventista administrar. Foi lá que conheci a pessoa que mais tarde veio a se tornar minha esposa. Por influência dela comecei a frequentar as quadras esportivas e as atividades para jovens da JAL (Juventude Adventista de Londrina). Além disso, minha nova amiga passou a me convidar para ir à igreja. Eu me interessei pelas novidades bíblicas e quis conhecer mais acerca das Escrituras. Li o Grande Conflito em um mês, estudei a Bíblia e, em janeiro de 1983, aceitei a doutrina adventista, sendo batizado em 26/06/1983.
Demorei seis meses para me entregar a Jesus porque fi cava vendo o exemplo dos cristãos. O pastor Arlindo Rossi, que era o capelão do Hospital, mostrou-me que eu deveria olhar para Cristo. Graças a Deus consegui, e até hoje é Nele que busco espelhar minha vida.

Estou casado há 31 anos com uma esposa maravilhosa e temos duas filhas lindas, por dentro e por fora. Além disso, continuo vivendo as verdades que outrora conheci e abracei.

Até hoje, uma das coisas de que mais gosto no adventismo é quando chega o pôr do sol de sexta feira. Conforme ele vai se aproximando, meu corpo vai desacelerando e eu vou relaxando e me preparando para o dia do Senhor. Aproveite também esse dia para estar mais perto de nosso Criador!

Carlos José Lacorte
Membro da Igreja do IASP desde fevereiro de 1998. Coordena a classe 09 da Escola Sabatina.

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