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09/08/2020
Meditação diária de 11/08/2020 por Flávio Reti – Pão
11/08/2020

Meditação diária de 10/08/2020 por Flávio Reti – Palha de aço

10 de agosto

Jeremias 2:5  “Que injustiça acharam em mim vossos pais, para afastarem de mim, indo após a vaidade e se tornando levianos?”

Palha de aço

Na verdade não é palha, assim como nós a denominamos, para é uma esponja, semelhante a uma esponja de lã, mas neste caso de aço. É usada para o trabalho de polimento de peças de alumínio ou mesmo de metal e também para limpeza doméstica em geral. Sua produção se inicia com um arame com baixo teor de carbono que o torna mole e depois vai para o mercado para ser vendida em forma de esponjas que são muito apreciadas pelas donas de casa, especialmente as que trabalham na limpeza. Como é uma lã artificial, fabricada a partir de um arame, ela pode ser feita de asperezas diferentes e isso é feito com a regulagem das lâminas que cortam o aço. A linguagem popular preferiu chamá-la de Bom Bril devido ao nome da Empresa que produzia aqui no Brasil antes das concorrentes chegarem e inclusive consagraram-na como aquela que tinha mil e uma utilidade: polir, limpar, e até na ponta das antenas internas de televisores para aumentar a área de contato com as ondas eletromagnéticas. Se você tentar incendiar um pedaço de arame, não vai conseguir, mas se tentar incendiar uma esponja de aço vai conseguir facilmente e por esta razão ela é usada nos kits de sobrevivência de soldados e aventureiros em geral para dar início ao fogo nos acampamentos. E você ainda não parou para pensar, mas hoje temos mais de meia dúzia de fábricas de lã de aço no Brasil, se não veja: Bom Bril, a pioneira, Assolan, Q’lustro, Scotch brite, Flashlimp, Esponjinox, Esfrebom, Sfregesponja e se pensar mais vai achar outras. Isso é sinal que existe um bom mercado para esse produto, sinal de que está vendendo e sinal de que estão usando. Você também deve se lembrar do tempo em que a única bucha de limpeza que se conhecia era a bucha vegetal, ainda hoje usada e vendida nos mercados, e era muito eficiente. Mas, pergunta-se: Por que a bucha vegetal, tão eficiente quanto, foi deixada de lado e se deu preferência à bucha de aço, ou palha de aço, ou ainda esponja de aço? Não se pensou na utilidade, na durabilidade, na eficiência para preferir a lã de aço? Isso me faz lembrar do povo de Israel na sua experiência com Deus. Nas palavras de Jeremias, Deus assim se lamenta: “O meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas e cavaram para si cisternas rotas que não retém água” (Jer.2:13). Trocar uma fonte de água viva por uma cisterna rota, vazia, é demonstração de falta de senso, mas o que dizer quando nós fazemos isso? Sempre que preterimos o Senhor por algum outro deus, estamos escolhendo cisternas rotas que não retém água.

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