Culto Divino Pr Jeferson Santos 29/09/18
28/09/2018
Vídeo – Comentário da Lição da E.S. pelo Pr. Wilson Paroschi
29/09/2018

Meditação diária de 29/09/2018 por Flávio Reti

29 de setembro

O Periquito Australiano (Melopsittacus undulatus)

Salmos 133:1   “Ó quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!”

Como o próprio nome já diz, sua origem é a longínqua Austrália. Como já estão há tempo por aqui fazendo cruzamentos, já se tem uma infinidade de cores desses periquitos, a bem dizer há mais de cem cores diferentes. A cor básica é o verde, mas já os temos cinza, branco, amarelo e cores combinadas, mas todos possuem uma inconfundível manchinha azul nos lados do bico, se ele tivesse bochecha eu diria que é nas bochechas. É um passarinho muito pacífico, não é agressivo e podem ser colocados no mesmo viveiro junto com outros pássaros sem problema algum, eles são da paz. Ele tem apenas um probleminha, embora curioso e sociável, não gosta de ficar muito tempo sozinho, isolado, por isso é sempre bom ter alguma outra ave com ele ou ele vai ficar triste até morrer ou vai começar arrancando suas próprias penas. Ah, estava me esquecendo, ele gosta de se banhar todos os dias, por isso é bom sempre ter uma vasilha com água limpa para ele usar. Ele também gosta de chuva e de voar de vez em quando, por isso os locais de criadouro devem ser espaçosos para ele ter condição de voar um pouco. Dizem os criadores que eles gostam de crianças e de brincar, por isso seria sempre bom ter uma escadinha ou balanço dentro do viveiro. Ele come muito pouco e desse modo não dá prejuízo aos amantes de periquito. Quando eu era menino eu sempre perseguia os periquitos brasileiros para descobrir onde era o ninho e depois roubava os filhotes para criar em casa. Fiz isso muitas vezes. Os periquitos brasileiros faziam ninhos dentro de casas de cupim, aquelas bolas pretas que às vezes vemos nas árvores. Eu sempre tive periquito brasileiro em casa, mas eles eram muito bravos, bicavam a ponto de sangrar o dedo.

Do periquito australiano eu destacaria sua capacidade de conviver bem com os demais passarinhos dentro do mesmo viveiro. Viver bem, em harmonia, é bom não só para periquitos, mas para as pessoas também. A grande arte da vida está em conviver bem com as pessoas diferentes de nós. ´Há pessoas que não se adaptam ao convívio com as demais, criam problemas, brigam, discutem, ofendem umas às outras e não conseguem viver em paz. Quem conseguir aprender essa arte poderá ter mais sucesso na vida, porque nenhuma pessoa é uma ilha, isolada. Nós sempre vamos estar próximos de alguém, sempre vamos estar vivendo em sociedade, logo, é preferível aprender a conviver bem com as pessoas que nos rodeiam. Pode ser um parente, mas pode ser também um estranho, um funcionário, um patrão, um proprietário de alguma coisa, um que não possui nada, qualquer um. É nossa obrigação tratar bem a todos se queremos ser bem tratados.

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