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Meditação diária de 28/03/2018 por Flávio Reti

28 de março

O Leopardo (Panthera pardus)

Provérbios 1:7 “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução”

Você viu a foto e achou que leopardo e onça são iguais. Você se enganou, porque há muitas diferenças. Os leopardos são nativos da África e as onças são nativas nas Américas. O leopardo é bem menor do que a onça. As rosetas das onças têm uma pinta no centro e os leopardos não têm a pinta no centro das rosetas. A barriga da onça tem a aparência de sempre grávidas enquanto os leopardos são mais magros e mais finos. Mas ambos são da família dos felinos e são muito agressivos, perigosos, carnívoros que matam outros animais bem maiores do que eles para se alimentar. Os leopardos têm a cauda mais comprida que as onças, porque eles passam a maior parte do tempo em cima das árvores e por isso mesmo precisam de maior equilíbrio e o rabo ajuda a equilibrar-se. Os dois recebem o nome científico de pantera e podemos dizer que são meio parentes, eles se parecem, inclusive nos hábitos de vida. Alguns leopardos podem ser pretos e nesses casos eles são chamados de pantera negra que é uma variação da pigmentação e não de uma outra espécie. Esse animal está adaptado para agir com rapidez e vem daí a sua facilidade de subir em árvores. É um animal tão forte que consegue levar suas presas de até 130 quilos, depois de mortas, para o alto das árvores e lá em cima comer sossegadamente
Dissemos que o leopardo precisa de equilíbrio porque vive maior parte de seu tempo nas árvores. Mas o equilíbrio de preocupação do leopardo é físico, para não cair da árvore. Vamos pensar um pouco no equilíbrio emocional das pessoas. Há um provérbio latino que diz “Virtus medium est”, cuja tradução seria “A virtude está no meio”. Há um ditado popular na língua Portuguesa que diz “nem tanto ao céu e nem tanto ao inferno, mas o meio termo”. Não parece, mas equilíbrio é uma palavra deveras importante. Ela pede o bom senso financeiro, alimentar, de trabalho, no que fala. Realmente a virtude está no meio, no equilíbrio de tudo. Trabalhar demais faz mal, não trabalhar também faz mal. Comer demais faz mal, não comer também faz mal. Gastar dinheiro demais faz mal e não gastar também faz mal. Pensando em religião, o excesso de religião passa a ser fanatismo, a falta de religião é indiferentismo. Até na religião precisamos de equilíbrio. Deus nos dá a capacidade de raciocinar e podemos pautar nossa vida pelo equilíbrio em tudo. Um homem equilibrado tem mais sucesso do que um leopardo num galho de árvore. Um ciclista só para em cima da “bike” enquanto se equilibrar, quando deixar de assim fazer, por certo vai ao chão. É um caso a pensar!

(As imagens e fotos foram extraídas do site https://pixabay.com/pt/photos/ e também do site https://www.zoo.pt/site/animais_lista.php porque são imagens e fotos gratuitas.)

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