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Meditação diária de 27/09/2018 por Flávio Reti

27 de setembro

Abelha japonesa (apis cerana)

Filipenses 3:13   “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado, mas uma coisa faço e é que esquecendo-me das coisas que atrás ficam, avanço para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus”

Certa vez, pernoitando no Instituto Adventista Cruzeiro do Sul, em Taquara, havia tantos pernilongos no quarto que foi impossível dormir. Na manhã seguinte minha filha disse o seguinte: “Eles só não nos carregaram porque não sabiam trabalhar em conjunto”. Mas a abelha japonesa sabe trabalhar em conjunto. Elas descobriram aquele pensamento em Português que diz “a união faz a força” para atacar em conjunto. Elas se aglomeram formando uma bola de abelhas em cima do predador, que geralmente é uma vespa asiática gigante, e esquentam-na até cozinhar. Esse é o jeito particular delas matarem os maribondos intrusos na sua colmeia. Eu desconheço o princípio pelo qual elas produzem calor, mas é vibrando as asas numa grande velocidade que elas geram calor que literalmente cozinha os maribondos. Se comparadas à nossa abelha melífera aqui do Brasil, a abelha japonesa é menor, constroem casas (colmeias) menores e produzem pouco mel. Elas, assim que percebem a diminuição do pólen e do néctar na região, elas migram para regiões mais abundantes de alimentos. Mas, antes de migrarem, elas esvaziam os depósitos e só partem depois que o último ovo eclodiu e a nova larva virou abelha. Elas não deixam nada para trás. Não há muita diferença entre essa abelha e a abelha que nós conhecemos por aqui, apenas a maneira delas atacarem o inimigo é diferente e também a maneira delas abandonarem a colmeia por falta de alimento.

O apóstolo Paulo disse que ele fazia apenas uma coisa que considerava importante. Óbvio que ele fazia muitas outras coisas, aliás, ele tinha uma vida atarefada visitando e criando igrejas em toda a Ásia de seu tempo. Mas ele dizia que esquecendo das coisas que para trás ficam, como as abelhas japonesas, ele prosseguia para o alvo que lhe estava posto pelo Senhor Jesus Cristo que era lutar pelo objetivo de chegar lá, no reino de Deus, um dia quando Jesus Cristo se manifestasse nas nuvens do céu, o que também é a nossa mesma esperança. Só não sei dizer se estamos lutando e avançando como ele lutava esquecendo-se das coisas que para trás iam ficando. Devemos estabelecer nossos alvos lá na frente, ampliar nossa visão de mundo e almejar coisas melhores no futuro. Nessa linha de pensamento, o céu é o limite e é de lá que esperamos dias melhores. E as coisas deste muno que fiquem para trás.

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