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26 de dezembro

Fura-pastos (Chalcides striatus)

Provérbios 13:16   “Em tudo o homem prudente procede com conhecimento, mas o tolo espraia sua insensatez”

Olhando pela cabeça é um lagarto, olhando pela cauda é uma cobra, olhando bem de perto esse animal tem pernas e pés tridáctilos (com três dedos) parecendo uma cobra com pernas, incrível! Mas o fura-pastos é na verdade um pequeno lagarto cujo corpo é esguio, comprido e cilíndrico que se parece com uma cobra de pernas. E para confundir mesmo com uma cobra ele tem o corpo recoberto de escamas. Mas há quem defenda a possibilidade de ser mesmo uma cobra com pequenas patas usadas para se locomover em situações normais, e que quando se sente ameaçada ela recolhe as patas e passa a se locomover rastejando rapidamente como uma cobra, com movimentos laterais do corpo e da cauda como faz qualquer outra cobra. Quando apanhado, ele como as lagartixas e salamandras, desprende o rabo e foge na certeza de que o rabo se recuperará e logo ele terá um rabo novo. O rabinho cai no chão e fica pulando como se fosse um outro animal vivo, o que confunde os predadores enquanto ele mesmo foge no mato. É o seu mecanismo de defesa, que cada animal tem o seu. Não morde porque não tem dentes e não é venenoso, logo, não representa perigo ao ser humano. Mas na hora de se alimentar, ele prefere os besouros, aranhas, grilos, lesmas e até moscas para compor sua dieta e esses não são alimentos de cobras, mas de lagartos. Uma outra discussão a respeito do fura-pasto, isso entre os que acreditam na evolução, é que ele é um estágio na cadeia evolutiva entre o peixe que criou pernas no lugar das barbatanas, saiu da água e começou a andar ao invés de nadar. Posteriormente, por falta de alimento ao nível do chão, ele começou a erguer a cabeça e passou a subir nas árvores se transformando em outros animais. Difícil de acreditar, mas há louco pra tudo nesse mundo.

Quanta curiosidade no mundo animal! Desde os enormes paquidermes aos minúsculos insetos, diminuindo até as amebas, é uma enorme complexidade que o ser humano se queda incapaz de atingir a inteligência que estava por trás da criação quando Deus a projetou. Todos tem algo de Deus neles, todos têm a vida e todos lutam por preservá-la. Apenas o homem, muitas vezes, não faz caso da vida que Deus lhe deu e vive tão estupidamente que vai mais baixo do que um bruto animal do mato, da lama, das águas.

Realmente, nesses 6.000 anos de pecado o homem se alienou de seu criador e se degradou vindo a ser quase o pior dos animais.

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