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24/09/2018
Meditação diária de 26/09/2018 por Flávio Reti
26/09/2018

Meditação diária de 25/09/2018 por Flávio Reti

25 de setembro

A Cotia (Dasyprocta aguti)

II Pedro 2:14   “… engodando as almas inconstantes, tendo um coração exercitado na ganância, filhos de maldição”

A cotia, a paca e a capivara são todos animais roedores que vivem perto de locais onde haja água. A capivara é o maior roedor de todos, a cotia e a paca são menores, estão em segundo lugar na família. A curiosidade fica com a cotia porque tem as patas traseiras maiores do que as dianteiras e ao andar vão aos saltos. Nas patas as cotias possuem cascos e no lugar da cauda é um arremedo de cauda, de uns 4 a 5 centímetros apenas. Tanto a cotia como a paca costumam enterrar as frutas que encontram para comer depois e se esquecem do local onde enterraram e as sementes das frutas acabam germinando formando novas árvores, logo, a cotia e as pacas são boas colaboradoras no plantio de novas árvores. A cotia é um animal resistente às doenças e muito rústico no trato. A carne que vinha sendo apreciada pelos camponeses agora já está sendo grandemente encontrada no comércio e é muito apreciada pelo sabor e pelo baixo valor calórico. Ainda é considerada carne do tipo exótico. O mercado está em expansão e há uma grande demanda de criadores que tenham matrizes e machos reprodutores para a formação de novos rebanhos criadouros. De qualquer modo é a ganância do ser humano que se aproveita da qualidade do animalzinho para levantar lucro em cima dele. Criam-nos confinados e os matam precocemente, privando-os da sua liberdade de viver na natureza como sempre viveram. A ganância dos homens não conhece limites, criam um ambiente artificial para o pobre animal com a intenção de matá-los em seguida e fazer dinheiro. Desvirtuam, assim, o que Deus planejou para elas, as pobres cotias, que agora passam a ser dizimadas sem escrúpulo. A artimanha usada para apanhá-las na natureza é a seguinte: Descobre-se o lugar que elas frequentam, e deixam no local uma quantidade de alimento, geralmente milho, mandioca. Repetem no segundo e terceiro dia, até que elas fiquem familiarizadas com a comida fácil. Em seguida colocam uma armadilha perto da comida. Elas comem a comida e ainda não acontece nada. Próximo passo é pôr a comida dentro da armadilha e elas, pobres cotias, confiante que nada vai acontecer, entram e sacramentam o final de sua vida livre na natureza.

Método muito semelhante ao usado pelo inimigo das almas. Ele vai cevando as pessoas com aquilo que elas gostam e dentro de pouco tempo elas já estão dentro da armadilha, depois, é só dispor delas como bem lhe aprouver. É o método do engodo. Que Deus nos livre dos engodos de satanás!

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