Culto Divino com Pr. Helbert Almeida – 24/03/18
22/03/2018
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23/03/2018

Meditação diária de 23/03/2018 por Flávio Reti

23 de Março
A Lagosta (Panulirus argus)

Colossenses 3:9   “Não mintais uns aos outros, pois, já vos despistes do velho homem com os seus feitos”

A lagosta está dentro de um grande grupo de crustáceos marinhos. Elas possuem pinças semelhantes ao caranguejo, dois pares de antenas longas e têm o que seria o rabo em formato de um leque. As lagostas podem crescer e pesar até mais de 1 quilo e são muito consideradas como alimento de luxo, caro. Numa linguagem mais antiga, os gafanhotos também eram chamados de lagostas, mas nós estamos falando da lagosta crustáceo, do mar. Os restaurantes que servem lagostas usam métodos cruéis e desumanos para abatê-las antes de prepará-las para o consumo humano. Ou dão golpes de faca entre seus olhos ou jogam-na ainda viva em água fervendo. Dizem que assim preservam as qualidades da textura da carne tornando-a mais saborosa. O jornal americano Experimental Biology publicou um artigo descrevendo experiências feitas com lagostas e caranguejos e determinou que eles também sentem dores. Por causa da simples lagosta, uma enorme crise diplomática se desenvolveu entre a França e o Brasil que quase levou os dois países à guerra. A confusão, que começou em 1960, se deu porque barcos franceses foram vistos pescando a lagosta nas águas territoriais do Brasil, no litoral de Pernambuco, e ficou conhecida como a guerra da lagosta. Os franceses chegaram até aqui obtendo autorização mentindo que estavam fazendo pesquisas científicas em nosso litoral. Ao constatar que na realidade estavam pescando lagostas, a marinha cancelou a licença, mas os franceses voltaram desta vez nas águas da plataforma territorial, que se subentende até 200 metros de profundidade. O problema foi levado para a convenção de Genebra e diplomaticamente foi resolvido.

A mentira dos franceses quase levou seu país à guerra com o Brasil. Lógico, por trás de cada mentira sempre vai estar o pai dela, o diabo, que é o pai da mentira desde o princípio (João 8:44). Paulo tinha muita razão quando aconselhou os colossenses a não mentir uns aos outros (Col.3:9). Há quem considere o mentir como coisa de pequena importância e fazem uso do que chamam de mentira branca, ou meia verdade. Mas a palavra do Senhor é muito direta nesse assunto ao Jesus afirmar: “Seja a vossa palavra sim, sim e o vosso não, não. O que disto passar é de procedência maligna” (Mat.5:37). Ainda mais sabendo que os mentirosos não entrarão no reino dos céus (Apoc.21:27), os mentirosos têm alguma mais para pensar a respeito. Vale o conselho: Não mintais uns aos outros.

 

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