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Meditação diária de 22/04/2018 por Flávio Reti

22 de abril

O Pato (Cairina moschata)

Efésios 5:6   “Ninguém vos engane com palavras vãs, porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência”

Há um grande grupo de animais parecidos e que podem ser confundidos com o pato. São eles o cisne, o marreco, o ganso sem falar nos patos selvagens que são objetos do desejo de caçadores no mundo inteiro. Os pobres patos são mortos pelos caçadores por simples esporte. O pato tem sua origem nos países asiáticos, especificamente na China. Os patos, como vários outros animais, conseguem aprender comandos das pessoas, conseguem brincar com seus donos e com outros animais. Eles gostam de carinho, assim como gatos e cachorros. Eles muitas vezes acompanham seus donos como um cachorro. Há patos que aprendem a passear na garupa da bicicleta, ou no cestinho que vai na frente da bicicleta. Mas os pobres patos têm um problema sério: A expectativa de vida não passa de sete anos. Os inocentes patos, quando pequenos e afastados da mãe pata, se você arrastar um pedaço de madeira passando por eles, eles seguem e se acostumam com aquele pedaço de madeira como se fosse a mãe deles. Os patos são aves aquáticas e existem mais ou menos umas 100 espécies de patos. Eles são aves migratórias e costumam voar longas distâncias para passar o inverno noutra região mais quente. As pessoas criam patos para saborear a carne, os ovos e aproveitar as penas para fazer travesseiros e acolchoados.

Chamou-me a atenção a inocência dos patinhos de acreditar que um simples pedaço de pau pode ser a mãe deles e eles seguem aquele pedaço de madeira seriamente, vão piando contentes crentes de que é realmente a mãe que está passando. As pessoas não podem ter esse tipo de comportamento, de acreditar piamente numa falsidade. O diabo, nosso adversário, tem muitas maneiras de nos enganar e de nos fazer presa fácil de seus engodos, mas o conselho de Jesus é que sejamos “simples como as pombas, e prudentes como a serpente” (Mat.10:16). Esse episódio da vida dos patinhos serve muito bem para nos abrir os olhos e não nos deixar levar por qualquer pedaço de madeira arrastado por um barbante na nossa frente. Afinal, não somos patinhos inocentes, somos seres humanos dotados de inteligência. Os ventos de doutrinas estão soprando no mundo, não podemos ser enganados. Precisamos pensar seriamente, decidir inteligentemente e prosseguir no caminho certo constantemente. Que Deus nos ajude para isso!

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