Culto Divino: Aniversário do UNASP Hortolândia 22/09/18
20/09/2018
Comentários da Lição 12 (3o Trim/2018) por Profª Ana Kelly Ribeiro
21/09/2018

Meditação diária de 21/09/2018 por Flávio Reti

21 de setembro

A Traíra ( Hoplias malabaricus)

Salmos 119:   “Salmos 119:165   “Muita paz têm os que amam a tua lei e não há nada que os faça tropeçar”

A traíra é um peixe rústico, de escamas, que se desenvolve bem em lagos, represas, áreas alagadas e remansos de rios, contanto que haja vegetação para elas ficarem de espreita. É um peixe carnívoro e se alimenta de rãs, insetos e outros peixes. Tem a boca grande com dentes afiados e poderosos. Ela tem sido usada em lagos e represas para conter o aumento exagerado de outras espécies, como as tilápias e as piranhas. Resiste bem a falta ou pouco oxigênio na água parada. As traíras podem atingir até 60 centímetros de comprimento e 5 quilos de peso. É um peixe muito consumido nas mesas dos brasileiros, apenas com uma crítica: pelo fato de ser um peixe de águas paradas, ela têm gosto de barro, assim dizem os consumidores. Os pescadores profissionais aconselham tomar muito cuidado ao retirar o anzol da boca da traíra, caso pegue alguma, porque ela é muito ágil em se virar e morder mesmo fora da água, aliás, ela pode ficar horas fora da água e sobreviver. Pelo fato da traíra ser um peixe muito agressivo cujo ataque à sua presa é geralmente fatal, os brasileiros associam a palavra traíra com o verbo trair, assim, chamar alguém de traíra é o mesmo que chamá-lo de traidor, traiçoeiro, alguém que entrega o amigo pelo que ele fez de errado, normalmente uma traição a alguém, mulher, amigo, patrão, parente. A traíra morde e, se ela morder, o que você vai fazer, qual será sua reação? Não menospreze o conselho dos amigos e, segunda lição, na hora de um acidente, jamais perder a calma para lidar com o inesperado. Há pessoas que ao receber uma má notícia se desesperam e querem morrer. Não têm o equilíbrio necessário para lidar com a situação. É exatamente nas horas de desespero que nós mais precisamos de equilíbrio emocional, pensar com a razão e não com a emoção. Muitos de nós nunca fomos testados na nossa capacidade de se haver com o inesperado e nós não sabemos como vamos reagir. Para esses, um bom exercício de comportamento seria passar por um susto, por um contratempo leve. Dependendo de como se sair já pode ter uma ideia de como se sairá num incidente ou num acidente maior. A resposta do ser humano, muitas vezes, é inconsequente e não pensada e por isso mesmo às vezes traz consequências maiores do que o próprio acidente, ou incidente, como quiser entender. Os que têm paz de espírito muitas vezes se saem melhor nos imprevistos.

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