Meditação diária de 19/08/2018 por Flávio Reti
19/08/2018
Quebrando o silêncio – Falando sobre a saúde da mulher moderna
20/08/2018

Meditação diária de 20/08/2018 por Flávio Reti

20 de agosto

O vírus (Não tem um nome científico genérico)

Salmos 103:5   “Quem te supre de todo bem, de sorte que a tua mocidade se renova como a da águia”

Vírus são agentes infecciosos que não têm vida independente própria e que só se reproduzem no interior de células vivas, nesse caso chamadas de hospedeiras. Diferentes das bactérias, que se reproduzem espontaneamente, eles precisam de uma célula hospedeira para se reproduzir. São micro organismos medindo apenas 15 a 300 nano milímetros e são parasitas intracelulares. Eles não constituem uma célula, não têm metabolismo próprio, logo, alguns os consideram como não sendo uma forma de vida. Os vírus só foram visualizados lá pelos anos de 1940, bem depois da invenção do microscópio. Apesar da descoberta, dos vírus serem visualizados apenas na década de 1940, após a invenção do microscópio eletrônico, até hoje pouco se sabe sobre eles. Hoje, causa espanto a multiplicação que o vírus da doença HIV, causador da AIDs, vem tomando no mundo. Você já ouviu a expressão “morrer de rir”? Bem, essa expressão é usada para descrever alguma coisa muito engraçada, mas sabia que isso pode acontecer na vida real? Membros de uma tribo, na Nova Guiné, morriam de rir quando apanhavam uma doença chamada “doença do riso” que era causada por um vírus que entrava no cérebro dos infectados. Isso não tem graça, mas foi verdade! Pior que a doença só afetava mulheres e crianças, os homens nunca pegavam a doença. Os médicos desconfiavam dos costumes rituais das tribos que tanto reverenciavam seus mortos que comiam seus cérebros e chegaram a uma conclusão: As mulheres faziam a comida separada da casa de seus maridos. Elas e as crianças experimentavam os cérebros em cozimento, antes de estar preparado, e só depois de totalmente cozido, depois que os vírus já haviam sido mortos, é que elas levavam para os maridos comerem. Assim, qualquer um que provasse da “iguaria” no início do cozimento apanhava a doença.

Nós, às vezes, ficamos intrigados pelo fato de Deus muitas vezes ter dado orientações quanto à nossa alimentação. Desde o Éden, ele já disse ao casal que comessem de toda árvore que dá fruto e sementes, coisas naturais do Jardim do Éden. Se alguém tivesse chegado àquela vila da tribo e ensinado aos seus habitantes o plano de Deus, eles poderiam ter vencido a doença sem sofrer tantas mortes. Ficamos preocupados em oferecer doutrinas e sermões que descuidamos da nossa alimentação e vamos nos afastando do plano original de Deus para seus filhos. Na próxima vez que você estiver quase morrendo de rir, lembre-se da Nova Guiné, das mortes suspeitas de seus moradores e planeje voltar ao plano original de Deus quando ao trato do nosso corpo. Alimente-se bem, com prazer, mas com restrições.

Os comentários estão encerrados.