Aniversário UNASP Hortolândia 69 anos – 21, 22 e 23/09/2018
17/09/2018
Batismo da Primavera 22 e 23/09/18
18/09/2018

Meditação diária de 18/09/2018 por Flávio Reti

18 de setembro

Piolho de Cobra ( Lulus sabulosus cylindroiulus.)

Salmos 128:2   “Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás e te irá bem”

O piolho-de-cobra é um animalzinho semelhante a uma minhoca cheia de anéis, mas com centenas de pernas e por isso mesmo confundido com as lacraias e chamado de centopeia. Ele tem um par de patas em cada anel do corpo e chega a ter 750 patinhas. Eles vivem nos troncos podres, nas folhas, em baixo de entulhos, mas sempre em locais úmidos. Eventualmente eles vêm para dentro de casa e acabam morrendo nalgum canto seco e quando você acha já está esfarelando de seco. Quando o piolho-de-cobra é ameaçado, ele se enrola sobre si mesmo e libera um líquido de odor de iodo com cianeto nada agradável parecendo uma tinta que fica impregnada na mão uns dois dias. Felizmente o piolho-de-cobra não é venenoso e não representa qualquer ameaça às pessoas, não provoca alergia, não pica, não queima e nada tem a ver com cobra. Apesar de não ser venenoso ele é um parente meio distante da lacraia que é venenosa. Eles são muito abundantes nos locais de lavoura onde a palhada não foi removida, onde não passa arado e nessas áreas quando plantadas eles representam uma ameaça à lavoura porque comem as folhas das plantas tenras com tal intensidade que é necessário fazer um novo plantio. Pequeninho, simplório, inofensivo, mas ordinário e dá prejuízo para os lavradores, chega a ser um problema sério. Ele não tem outra utilidade além de servir de alimento para pássaros e sapos. Se pelo menos ajudasse combater as demais pragas das lavouras, mas nem isso fazem, só comem e só dão prejuízo.

Já parou para pensar que existem pessoas com um comportamento exatamente igual ao piolho-de-cobra? São aquelas que não produzem nada e só consomem aquilo que nem é seu, mas dos outros. São aquelas que não gostam de trabalhar mas adoram usar tênis, roupas de marca, quer estar bem vestidas, bem aparentando mas são verdadeiros parasitas da sociedade. Exploram os pais, os amigos, os demais parentes e, às vezes, até os vizinhos. Foi para pessoas assim que Paulo escreveu na sua carta Aos Tessalonicenses (3:10): “Porque quando ainda estávamos convosco, isto vos mandamos: se alguém não quer trabalhar, também não coma”. É bem isso mesmo, o mais justo, se não quiser trabalhar também não tem direito à comida, afinal, alimento custa caro, exige trabalho, exige esforço, atividade, produção. É mais um caso a pensar, porque Deus não vai poder introduzir mandriões no céu, lá tais pessoas não vão entrar. Desde o Éden Deus deixou o trabalho como uma bênção ao homem, portanto, trabalhe para ter algum direito a alguma coisa nesta vida, pelo menos.

Os comentários estão encerrados.