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18/05/2018

Meditação diária de 18/05/2018 por Flávio Reti

18 de maio

O Suricato (Suricata suricatta)

Salmos 133:1 “Ó quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”

Depois que surgiu o filme “O Rei Leão”, os suricatos ficaram
muito conhecidos, porque havia lá uma dupla de amigos, o Timão (que era um suricato) e o Pumba (que era um javali) e que juntos cuidavam do pequeno leãozinho órfão que fora abandonado na floresta. Os suricatos são animais mamíferos que vivem em bandos e habitam lugares quase desertos da terra. Olhando a foto, parece um enorme animal, mas não passa de uns 30 centímetros de altura, e só o rabo tem uns 20 centímetros sobre o qual ele se apoia quando fica sentado, são valentes e enfrentam até as cobras venenosas, mas
tem um medo terrível das águias e dos chacais que são seus rivais mortais. O nome suricato é de origem latina, mas em Inglês ele é chamado de meerkat. Eles são encontrados em países da África. Eles são animais nômades, se mudam várias vezes ao ano se a comida começar a faltar onde estão instalados. Eles trabalham em conjunto, porque eles se dividem na tarefa de patrulhar a toca. Um grupo fica de guarda enquanto outro grupo vai à caça ou vai dormir. Eles têm hábitos diurnos, vivem em colônias de mais ou menos 40 indivíduos. Constroem tocas e por dentro delas túneis onde permanecem durante a noite. Os suricatos têm a capacidade de identificar vozes, assim como os cães que até entendem o que seus donos falam. Eles são pequenos, mas muito espertos e comunicativos e assim eles vão sobrevivendo às dificuldades que encontram nos desertos da África. O suricato é um animalzinho durão, tenaz, valente e corajoso que ataca cobras e lagartos, mas ao contrário do que se pensa, seus filhotes são muito vulneráveis às cobras que os caçam para comer e depois de adultos eles é que caçam as cobras para comer. Trabalhar em conjunto e dividir as tarefas, essa é a característica desejável dos suricatos.
Nós, seres humanos, desenvolvemos uma certa dose de egoísmo e de individualismo que raramente queremos a participação de alguém naquilo que pretendemos fazer. Esse individualismo humano nos separa uns dos outros, quando deveria ser o oposto, deveríamos ser sociáveis, trabalhar em conjunto e saber viver em sociedade.
Hoje, estamos inseridos na sociedade, mas vivemos isoladamente a ponto de não conhecer o vizinho que mora ao nosso lado. Nem os irmãos da igreja conhecemos direito. Assim, temos ainda o que aprender: é aprender viver em sociedade, ajudando e sendo ajudados para crescermos rumo ao céu.

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