Meditação diária de 15/07/2018 por Flávio Reti
15/07/2018
NOVO ENCONTRO – Agenda Segundo Semestre
16/07/2018

Meditação diária de 16/07/2018 por Flávio Reti

16 de julho

O caribu (Rangifer tarandus)

João 3:36   “Quem crê no filho tem a vida eterna, o que, porém, desobedece ao filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus”

Aquilo que você sempre conheceu por rena, que é uma palavra de origem germânica e que chegou até nós via França, nos Estados Unidos é chamado de caribu, logo, caribu é a mesma rena, um animal característico do norte do Canadá, Alaska, Rússia, Escandinávia e Islândia, todos países frios e gelados. É mais um animal da família dos cervídeos, os cervos. Entre todos os animais da família dos cervos, o caribu, ou a rena, é o que tem os maiores chifres e no caso do caribu tanto o macho quanto a fêmea possuem chifres tipo galhada. O caribu se alimenta de plantas que ele pasta como todos os demais, mas na região onde ele vive, por ser muito frio, nem sempre há pastagens disponíveis, então, ele se alimenta de líquenes também. Seus predadores são os lobos da mesma região, os humanos que usam sua carne como alimento, e surpreendentemente, a águia e os corvos que atacam os caribus recém nascidos furando-lhes os olhos e comendo-os. Um tipo de mosca, conhecida como mosca preta, também podem molestar os caribus afetando a saúde deles e causando doenças que os levam à morte prematura. Os caribus tem uma grande importância na economia dos povos do ártico e da região da Lapônia. Eles domesticaram esses animais e agora os usam como alimento e como animais de carga. Os caribus, aqui pra nós conhecidos por renas, estão inseridos no folclore do papai Noel e, na imaginação, eles puxam o trenó do papai Noel e são animais voadores, que voam pelo céu levando papai Noel pelo mundo todo para distribuir presentes para a criançada. Haja imaginação!

A cultura popular pode nos trair e por vezes ela nos leva a crer em coisas humanamente impossíveis, como um caribu voar, mas é assim que muita gente entende o mito de papai Noel. A vida na terra está cheia de folclore, de crenças, de mitos que levam as pessoas a imaginar o impossível e crer no unicamente imaginário. Esse é o perigo que os cristãos correm enquanto vivemos neste mundo. O que precisamos fazer é saber separar o certo do duvidoso e nunca deixar o certo pelo duvidoso. Nossa fé precisa se alicerçar na realidade de Deus e nunca na crendice de povos, qualquer que seja o povo. Pra isso Deus nos criou pessoas inteligentes com capacidade de diferenciar entre o imaginário e o real.

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