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15 de agosto

O vagalume (Lampyris noctiluca)

Isaías 14:12   “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso pai que está nos céus”

Existem ao redor de 1.000 espécies de diferentes vagalumes no mundo e cada um deles tem sua maneira própria de cintilar. A gente percebe pelo número de piscadas por minuto e pelo tempo entre uma piscada e outra. É complicado explicar como o vagalume consegue produzir luz, afinal ele não é um gerador do tipo convencional. Mas eles usam células especiais chamada fotócitos, ligadas a pequenos tubos de ar que fornecem oxigênio para produzir lampejos de luz. Nas células fotócitos existem produtos químicos que ativados por um nervo na presença de oxigênio produz uma reação química que libera energia em forma de luz. Sua luz ele usa para se comunicar com a parceira e para se localizar na noite. Podemos dizer que um vagalume é um lúcifer, porque a palavra lúcifer (do Latim Lux + fero) significa portador de luz. Foi o pecado que transformou lúcifer em satanás, ou diabo. Cientificamente, o agente químico que produz luz nos vagalumes é conhecido por luciferino. Há outros insetos que produzem luz e essa emissão de luz é chamada de biolumenescência. Na paquera do vagalume, o macho emite luz avisando a vagalume que está por perto, que está chegando e ela também emite luz avisando onde está, geralmente por baixo de alguma folha de árvore. Infelizmente, todos os vagalumes do mundo se acham ameaçados de extinção por causa da forte iluminação das lâmpadas industrializadas das cidades. Como as luzes artificiais das cidades são muito fortes, sua pequena emissão de luz é anulada e ele fica desorientado, com isso eles deixam de se reproduzir e sua espécie vai diminuindo e eles se acabando no mundo.

Nós também, se quisermos, podemos ser portadores de luz. Jesus nos comissionou a levar a luz do evangelho a todo mundo. Mas, como você pode comprovar, o mundo é muito grande e os portadores dessa luz são poucos, logo será um trabalho muito difícil, mas não impossível.

Agora pense: Se um animalzinho insignificante, como um vagalume, às vezes chamado de pirilampo, consegue emitir sua luz, por mínima que seja, tem muita utilidade dentro da sua espécie. Por que, então, nós não pensarmos como os vagalumes e deixar nossa pequenina luz brilhar nas trevas deste mundo? Não precisamos emitir luz, basta deixar que a luz de Jesus se reflita em nós e se espalhe sobre as demais pessoas deste vasto mundo.

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