Meditação diária de 14/06/2018 por Flávio Reti
14/06/2018
Comentários da Lição 11 (2o Trim/2018) por Pr Narcizo Liedke
15/06/2018

Meditação diária de 15/06/2018 por Flávio Reti

15 de junho

A arraia (Aetobatus narinari)

Romanos 12:9   “O amor seja não fingido, Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem”

Você pode achar que não, mas as arraias são consideradas peixes e, pior ainda, da mesma família dos tubarões, porque assim como os tubarões, elas não têm ossos, mas cartilagens. Olhando por cima parece uma placa, ou um disco, com uma vareta, que é o rabo em forma de ferrão, sua arma letal de defesa, mas sua boca, suas brânquias estão por baixo da cabeça. Ao virá-la de barriga para cima você poderá ver a boca e as brânquias. Elas não têm barbatanas, uma extensão do corpo faz as vezes de barbatanas. Seu rabo, em forma de ferrão, pode atravessar o corpo de uma pessoa e pode ser venenoso nalgumas espécies. Existem arraias de alguns centímetros e outras de até 8 metros de diâmetro. As arraias são mansas, quer vivam no mar ou nos rios, e só atacam quando são ameaçadas. Em 2015, o caçador de crocodilos, o australiano Steve Irwin, foi morto por uma arraia quando ela se assustou com a presença dele e do cinegrafista, ele nadando por cima dela e o cinegrafista por baixo. Ela se sentiu encurralada e atingiu Steve no peito, ferindo-o no coração e ele morreu na hora. Existem 40 espécies de arraias com ferrão, além de outros peixes que também têm ferrão, como o bagre, o mandi. A orientação dos biólogos é ficar longe delas, não nadar quando a maré está baixa, evitar lugares com poucas ondas, seu local preferido.

Repare na expressão: “Elas são mansas e só atacam quando são ameaçadas”. Essa afirmação lembra o quê a você? Aquelas pessoas que aparentemente são dóceis e mansas, mas por qualquer leve ameaça, por dá lá aquela palha, elas se tornam ameaçadoras e agressivas. Pessoas que olhando assim dão-nos a impressão de que não têm boca pra nada, são pacíficas, do bem, mas diante de uma mínima contradição se transformam em leões ferozes e já querem matar. Esse não é um comportamento cristão, aliás, condenado por Tiago quando disse: “Seja o vosso sim, sim e o vosso não, não. O que disto passar é de procedência maligna” (Tiago 5:12). Nosso comportamento deveria ser uniforme e constante, para que os outros pudessem contar conosco, para que soubessem quem realmente somos. Aparentar uma coisa e ser outra não é um bom comportamento e não desperta confiança nos circunstantes. As pessoas precisam confiar em nós, mas se mantivermos comportamento dúbio, elas vão se afastar de nós. Portanto, seja sempre você.

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