Meditação diária de 13/02/2018 por Flávio Reti
13/02/2018
Início das atividades dos Aventureiros para 2018
14/02/2018

Meditação diária de 14/02/2018 por Flávio Reti

14 DE FEVEREIRO

Dugongo (Dugong dugon)

Gênesis 12:2 “E farei de ti uma grande nação. Abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome e tu, sê tu uma bênção”

 

Dugongo faz parte do grupo dos leões marinhos, das focas, mas é o menor membro do grupo. Ele habita uma barreira de corais perto da Austrália, mas o nome dugongo vem de uma palavra malaia duyung que na língua malaia significa sereia. Ele se alimenta caçando lagostas e outros crustáceos com seus dentes afiados. É o menor, mas chega a ter 3 metros de comprimento e pesar até 500 quilos. Ele fuça a terra no fundo do mar, procurando crustáceos, como um porco fuça a terra na superfície. O focinho dele é muito forte, capaz de remover o fundo do mar. O dugongo é caçado, como todos os animais marinhos, pela sua carne que dizem se assemelha à carne de vitela. E também pela quantidade de gordura que se transforma em óleo na indústria. Os dentes e ossos são usados no artesanato como artefatos de marfim e até como carvão para produzir açúcar em pequenas usinas domésticas. Alguns usam os produtos vindos do dugongo como medicamentos. Eles são mamíferos e respiram por pulmões, logo, tem que voltar sempre à superfície para respirar, mas podem ficar 6 minutos debaixo da água sem respirar. Beleza ele não tem. Agilidade também não, seu nado é lento, então ele é presa fácil dos pescadores que caçam pela carne, pela gordura, pela pele e pelos dentes e ossos. Tudo nele é aproveitado comercialmente. Vamos dizer, então, que é muito útil para a população das regiões onde ele é encontrado.

Se você não viu nada de interessante no dugongo, olhe para esse lado da utilidade e depois remeta seu pensamento para quanta gente inútil você encontra pela vida. Ser uma pessoa inútil é uma coisa séria. Ao chegar mais para o final da vida, as pessoas fatalmente olham para trás e se perguntam: Que fiz eu de bom nesta vida? Posso afirmar que muitas pessoas vão olhar para trás e ficar decepcionadas consigo mesmas e não vão ter mais tempo de corrigir o erro. Bom mesmo é olhar para trás e poder dizer: Vivi, fui feliz, amei, deixei alguma coisa boa para os que vierem depois de mim. Não vivi em vão, fui, de alguma maneira, útil à sociedade, à minha família e aos meus irmãos, sobretudo fui útil a Deus. Ajudei na disseminação do seu evangelho, ajudei pessoas a encontrarem o caminho do bem, da vida. Isso me lembra a conversa de Deus quando chamou Abrão: Sê tu uma bênção” (Gen.12:2).

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