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13 de dezembro

Polvo Dumbo (Opisthoteuthis adorabilis)

Êxodo 16:4   “…Eu vos farei chover pão do céu”

Quando você leu ali acima o nome do animal para hoje, polvo dumbo, você logo ligou com elefante e pensou em polvo enorme, certo? Há um grupo de dezessete espécies desses polvos apelidados de polvo jumbo simplesmente porque ele tem umas aletas fazendo o papel de barbatanas, semelhantes a orelhas de elefante, projetadas logo acima de seus olhos que lembram as orelhas do elefante jumbo, personagem da Disney. Outra diferença dos polvos comuns é que os polvos sempre possuem duas fileiras de ventosas nos tentáculos, mas o polvo jumbo só tem uma fileira de ventosas nos “braços”. No polvo jumbo também não existe sacos de tinta, uma glândula que secreta tinta que é expelida quando o polvo normalmente se vê em perigo. Os polvos dumbos vivem basicamente no fundo dos oceanos em profundidades que variam entre 3.000 a 4.000 metros de profundidade. Lembre-se que a profundidade média dos oceanos é de 3.790 metros. O polvo dumbo se locomove de várias maneiras: ele pode dar aquele impulso fechando e abrindo o corpo, semelhante aos movimentos peristálticos do nosso intestino, pode usar as barbatanas, e pode remar com os tentáculos. Pouco se sabe a respeito dos polvos dumbo, porque eles vivem em águas profundas e não são facilmente observáveis, nem sobre alimentação se sabe direito, mas acredita-se que ele se alimente de larvas, de moluscos de conchas e alguns crustáceos. Mas sua maior fonte de alimento é o que é produzido aqui em cima e de algum modo vai ao fundo e lá é aproveitado por eles. Eles se reproduzem o ano inteiro, não têm uma época do ano para se reproduzirem. Normalmente eles são encontrados abaixo da zona de crepúsculo, onde a luz não chega e a presença de alimento é escassa. Sabe-se que existem várias espécies de polvo jumbo, desde polvo com mais de 2.5 metros e polvos de apenas 20 centímetros, mas todos com o mesmo formato que se encaixam na categoria de polvo jumbo. Os menorzinhos, para se locomoverem, engolem água e expelem em forma de jato para lhes dar o impulso para subir ou descer na imensidão do mar, porque lá no fundo o peso da água em cima deles é enorme.

Você já pensou em viver onde não existe alimento fácil e depender do que cai lá de cima e que se não cair não há alimento? Pois assim se deu com o povo de Israel enquanto atravessavam o deserto saindo do Egito. Não tinham uma fonte de alimento e dependiam do que Deus enviasse lá de cima. E Deus na sua misericórdia lhes enviou o maná que eles só tinham o trabalho de ajuntar. Era o pão do céu. Nenhuma das criaturas de Deus precisa se preocupar com o seu alimento.

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