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13 de outubro

A Lacraia do Mar (Odontodactylus scyllarus)

Salmos 8:1 e 9   “Ó Senhor, senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra!”

Às vezes a lacraia do mar ganha nomes diferentes como tamarutaca ou lagosta-boxeadora, mas é um pequeno animal marinho sem muita expressão, embora curioso. Existem mais de quarenta espécies delas no mundo e algumas espécies se utilizam de golpes poderosos para abrir conchas e caracóis marinhos e saborear o conteúdo de dentro. Outras espécies lançam tentáculos afiados como arpões para capturar peixes e saborear. Outras espécies ainda golpeiam suas presas com as garras de modo que lembram marteladas e de forma tão rápida que os estudiosos comparam a velocidade com uma bala de calibre 22. Cientistas estão estudando o material das garras das lacraias do mar para produzir algum material sintético que seja tão forte quanto para usar em armaduras de soldados, em capacetes e até em carros e aviões.  Elas possuem uma capacidade de enxergar cores mais desenvolvida do que em seres humanos e elas processam as cores no olho enquanto o ser humano processa a cor no cérebro. Elas conseguem inclusive ver a luz ultravioleta, coisa que um ser humano não consegue. Mas a gente percebe que as lacraias do mar têm talentos especiais. Ela pertence ao grupo do camarão, da lagosta, do pepino do mar. Agora pense comigo: Um animalzinho quase desconhecido, imerso nas águas, sem qualquer intenção de ser importante, tem tanta habilidade, tantos atrativos, tanta beleza com suas variadas cores que a gente se põe a pensar no objetivo de Deus ter criado um ser desse e deixado-o quase no anonimato, pouca gente a conhece fora da água. A mesma coisa quando você vai ao campo, em alguma área desértica e vê lá uma linda florzinha que se abre em toda sua beleza e dificilmente alguém estará lá para contemplar, para admirar, para sentir sua fragrância. Por que teria Deus criado a flor no deserto de antemão sabendo que ela não seria contemplada, nem admirada, que ela desabrocharia e depois de um ou dois dias certamente morreria? Nossa mente não alcança os propósitos de Deus, porque são elevados, muito acima da nossa compreensão, mas ele deve ter algum objetivo especial que não nos foi revelado. Talvez não seja para ser contemplada, mas para servir de alimento para algum inseto, quem sabe pólen para as abelhas, ou néctar para as formigas, não sabemos e por isso não entendemos e questionamos as ações de Deus. Como vê, temos muito a aprender antes de nos aproximar do criador. Por tudo isso, e por muito mais, ele deve ser por nós honrado e glorificado. Nós somos diante dele um grão de poeira cósmica no universo.

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