Culto de Adoração com Pr. Helbert Roger Almeida 13/10/18
11/10/2018
Comentários da Lição 2 (4o Trim/2018) por Classe dos Pais
12/10/2018

Meditação diária de 12/10/2018 por Flávio Reti

12 de outubro

A Mariposa Poodle (Artace cribraria)

Salmos 33:5   “… a terra está cheia da benignidade do Senhor”

Existem centenas de mariposas das mais variadas colorações e formatos de corpo e de asa, mas esta, mais parecendo um cachorrinho poodle é uma grande novidade. Esta foi descoberta em 2009 numa área de mata a 650 quilômetros de Caracas, a capital da Venezuela. O camarada que a encontrou é um pesquisador zoólogo vindo do Quirguistão e trabalhava na Universidade Federal do Ceará e na Universidade Federal da Bahia. Ela mede apenas dois centímetros e tem a aparência de um poodle com os pelos desgrenhados, quando não recebe um trato especial. Daqui o pesquisador foi para Cingapura e o assunto da mariposa poodle se tornou a conversa geral entre os cientistas do mundo inteiro depois que a foto foi publicada nas redes sociais e blogs de pesquisadores. Esse tipo de mariposa, no seu estágio larval, são urticantes e provocam queimaduras sérias quando entram em contato com a pele humana, podendo provocar febre e inchaço com dores horríveis. Na Itália também surgiu uma espécie nova de mariposa, que ainda não tem nome, mas que está atacando os parreirais na região produtora de vinhos. Elas demonstraram preferência pelas folhas das parreiras em cujo avesso elas depositam seus ovos e se multiplicam com rapidez trazendo prejuízos para os vinicultores. A natureza que nos cerca é muito curiosa e admirável. Enquanto nos rodeia de animais grandes e pequenos, mamíferos, répteis e aves, ela, de vez em quando, nos brinda com uma espécie diferente, como dessa vez com uma mariposa que se parece com um cachorrinho poodle, quando não é uma lagarta que se parece com uma lagosta ou um peixe colorido muito exótico.

Já estamos vivendo há seis mil anos depois que o homem foi expulso do Jardim do Éden. Eu quero crer que a terra, a natureza em si, era muito bela ao sair das mãos do criador. Se hoje, depois desses seis mil anos de pecado, de degeneração da humanidade e dos animais, ainda temos animais de tão rara beleza, imagine como não deveria ser bela a natureza, a flora e a fauna, recém dadas ao homem para delas cuidar.

Quando a gente olha com atenção para as obras criadas, para os animais, para a natureza em si, a conclusão óbvia é que a terra ainda detém os traços do criador. Ainda é possível ver resquícios de seu amor demonstrado na criação, para a felicidade do homem que ele criara e colocara num jardim de delícias para viver feliz para sempre.

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