Meditação diária de 06/10/2018 por Flávio Reti
06/10/2018
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07/10/2018

Meditação diária de 07/10/2018 por Flávio Reti

07 de outubro

O faisão (Phasianus colchicus)

Mateus 28:19   “Portanto, ide e fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do pai, do filho e do Espírito Santo”

O faisão é um parente próximo das galinhas que todos conhecemos nos quintais das casas em geral, mas muito elegante e colorido de variadas cores. Ele já vem sendo criado em cativeiro tanto para ornamentação como para abate, porque sua carne é muito apreciada e está a cada dia mais se popularizando em churrascarias de todo o Brasil.  A carne não é o único produto que se obtém do faisão, suas penas exuberantes servem para enfeites e fantasias nos bailes e desfiles de carnaval, os ovos são tão nutritivos como os ovos de galinhas, até os dejetos são usados como um excelente adubo. Eles vivos servem de enfeite para chácaras e fazendas, nos jardins públicos e nos zoológicos. Um faisão colorido é sempre uma boa atração nos parques públicos. Em qualquer quintal é possível proceder a uma criação de faisão, porque ele não exige muito espaço. Sua alimentação também é fácil porque ele come praticamente de tudo, inclusive ração como as galinhas e não exige muito cuidado veterinário. É uma ave um tanto rústica e de fácil manejo. O faisão tem sua origem no Tibete e na Índia e de lá foi levado primeiramente aos Estados Unidos para ser solto e servir como caça esportiva, mas a ave se reproduziu tanto que hoje calcula-se mais de dois milhões de faisões soltos pelos campos americanos e os americanos já consideram o faisão uma ave nativa por lá. Desde a Idade Média os faisões já eram levados para a Europa e, com cruzamentos entre si, hoje já se tem mais de quarenta variedades de faisões só na Europa.

É um animal belo e elegante, não se pode negar, mas de que serviria sua beleza se não tivesse também sua utilidade?  Só a beleza não se mantém em coisa alguma, em lugar algum. No início deste mundo, Deus criou um belo jardim, que embora fosse belo acima da crítica, não teria objetivo se não fosse para abrigar e servir de lar para nossos primeiros pais, Adão e Eva. Assim também o faisão, se não fosse pela sua carne, seus ovos, suas penas elegantes, ele não teria qualquer valor além de uma galinha comum. Donde concluímos que a utilidade dele agrega valor a sua existência. Se fosse apenas pela beleza, um papagaio serviria, até um periquito australiano serviria, mas ele tem mais para oferecer. Assim devemos nós ser diante dos homens. Não adianta andarmos de terno e gravata e não termos nada mais para oferecer ao nosso semelhante. Se for assim, não teremos qualquer valor porque acabaremos sendo iguais à massa humana que se acotovela pelas ruas apinhadas. Precisamos ter algo mais para oferecer e nós temos: o evangelho eterno dado como incumbência pelo próprio Jesus.

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