Programação da Semana de Oração Transformados
06/09/2018
Comentários da Lição 10 (3o Trim/2018) por Profª Ana Kelly Ribeiro
07/09/2018

Meditação diária de 07/09/2018 por Flávio Reti

07 de setembro

A Maria-Fedida (Nezara viridula)

Provérbios 6:6   “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio”

Você já deve ter visto aquele inseto verdinho, parecendo uma joaninha, que até entra em casa, mas se for tocado exala aquele cheiro forte, horrível que mais parece um pum podre que ninguém suporta. Realmente são fétidos e com isso conseguem seu objetivo que é se livrar de algum perigo, do predador e de ser incomodado. Assim que você toca nele, ou mesmo se balançar o galho onde ele está já percebe aquele fedor nauseabundo. Pra ele, normal, é seu mecanismo de defesa própria. Esse inseto é incluído na família dos percevejos e estes, em especial, acumulam um líquido com odor de um hidrocarboneto numa glândula localizada no tórax desde a fase de ninfa. Nenhum outro animal toca neles assim que expelem o líquido mal cheiroso e nem mesmo os pássaros insetívoros conseguem segurá-los no bico. E o odor não acaba logo, demora um bom tempo para se desfazer no ambiente. Felizmente ela não é um inseto transmissor de doenças que acometem o ser humano, além do fedor, e também não chupa sangue, apesar de ser um percevejo. O único inconveniente delas é infestar o ambiente e sugar as plantas tenras. E elas não fazem isso por ser agressiva, é simplesmente para se defender. Até que elas têm boa intenção!

Falando em boa intenção, alguém disse que “de boas intenções o inferno está cheio”. Nós também temos, muitas vezes, boas intenções, mas não vai além disso, boa intenção. O que de fato precisamos é de ação, agir quando conveniente, agir na hora certa, agir para sair da indiferença, agir para tomar uma iniciativa. Há aquela história do preguiçoso que de tanto tédio por nada fazer, um dia resolveu se suicidar. Alguém mais agressivo resolveu, então, enterrá-lo vivo e depois de enrolar o preguiçoso num lençol, meteu uma vara pelo lençol e estavam levando-o para enterrar. Alguém se aproximou e interpelou a causa daquilo tudo, ao que os carregadores explicaram: É um vagabundo que não quer trabalhar, não tem o que comer, e nós vamos enterrá-lo vivo. “Não façam isso”, disse o homem, “deixe-o ir e eu lhe dou um saco de arroz”. O preguiçoso, de dentro do lençol perguntou: “É com casca ou sem casca”? E o homem, de coração bondoso, acrescentou: “É com casca” e o vagabundo respondeu: “Então, toca o enterro”. Exatamente assim agem muitas pessoas que acham que tudo vem de graça sem fazer qualquer esforço de sua parte. A vida em si é uma competição onde vencem os mais preparados, os mais tenazes, os mais esforçados. Desde que Deus criou o homem, designou para ele o cuidado do jardim do Éden, intencionando com isso dar-lhe uma ocupação para que ele não vivesse em vão. Trabalhar faz parte da vida, então, trabalhe.

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