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06 DE FEVEREIRO

Cormorão (Phalacrocorax)

Mateus 6:13 “E não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal”

 

Aposto que com esse nome você não conhece essa ave, mas se eu lhe disser o nome pelo qual ela é chamada aqui no Brasil, você vai dizer que já ouviu falar, ou já viu no zoológico. Alguns a chamam de corvo-marinho, ou simplesmente de biguá. Ela tem uma plumagem negra e às vezes com o peito ou a garganta branca. Pescoço longo em formato de um S e a ponta do bico curvada para baixo. Tem as patas palmígradas, isto é, com os dedos ligados por uma membrana que facilita a natação. Tem uma curiosidade: As penas, diferentes das demais aves marinhas, não são impermeáveis e por isso, depois de alguns mergulhos, ela pousa em algum lugar seguro para se secar e abre as asas para facilitar a secagem. Os filhotes são alimentados por ambos os pais. No Japão e na China essa ave é usada para a pesca artesanal, assim como fazem com os falcões para caçar outras aves. Ela pesca e o treinador recolhe os peixes. A pesca usando cormorões ocorre no escurecer, durante as horas crepusculares. Um grupo de pescadores em longos barcos de madeira, levam cerca de uma dúzia de cormorões em coleiras que nadam ao lado do barco e mergulham para pegar os peixes, engolindo-os inteiros. Um laço é amarrado perto da base da garganta da ave, que permite apenas que o pássaro engula peixes pequenos. Quando a ave captura e tenta engolir um grande, o peixe fica preso na garganta da ave, que mais tarde é recuperado pelos pescadores quando retornam os cormorões ao barco. Cada ave tem capacidade de manter até seis peixes de cada vez em sua garganta. Há quem procura o criadouro dessas aves para recolher o guano, um excelente adubo e fertilizante agrícola produzido pelo excremento das aves.

Lendo essa história dos cormorões, eu me lembrei dos filhos de Israel no Egito. Eles trabalhavam, como escravos, para o sucesso do Faraó e de seu reino. Aposto que você sentiu dó dos cormorões pelo que os japoneses e chineses fazem com eles. Da mesma forma, Deus, pela sua misericórdia, sentiu pena dos israelitas subjugados no Egito, pelo que o Faraó fazia com eles. Deus, então, levantou um libertador, Moisés. Eu aprendo aqui que Deus está atento ao que acontece neste mundo com seus filhos e sente pena da nossa situação. Ele quer nos livrar do mal e por isso ensinou-nos a orar “livra do mal”. Deus está atento, pode confiar que ele está!

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