Comentários da Lição – 4o. Trim/2018
04/10/2018
Boletim Informativo da Igreja do UNASP Hortolândia – Edição 0001 – 2018-10-05
05/10/2018

Meditação diária de 05/10/2018 por Flávio Reti

5 de outubro

O Diabo Espinhoso (Moloch horridus)

Apocalipse 12:12   “…mas ai da terra e do mar porque o diabo desceu até vós com grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta”

Pensa em um animal estranho! O tal diabo espinhoso é um lagarto, não muito grande, não chega a mais de vinte centímetros, da família dos répteis, que vive na Austrália e cuja dieta consiste apenas de formigas. Ainda não se sabe ao certo como ele faz para se refazer de água nas regiões desertas da Austrália, já se sabe que ele consegue extrair água da areia, de manhã, quando ela está úmida, também se utiliza da neblina e do próprio ar. Como ele faz tudo isso é o enigma cuja resposta ainda se discute, mas afirmam que a pele do lagarto age como uma espuma e por capilaridade ela manda água para dentro do corpo. É verdade que ele tem o corpo recoberto de espinhos cônicos, mas ele é muito lento e isso o faz presa fácil de outros animais, especialmente de uma ave da região de nome abetarda, que possui um bico longo e duro apropriado para caçar lagartos. Mas o diabo espinhoso não é tão bobinho como parece, ele tem algumas técnicas para escapar dessas aves. Atrás da cabeça ele possui uma cabeça falsa e quando em perigo, ele se enrola entre as patas como uma bolinha e deixa a cabeça falsa à mostra. Para o predador é uma bola de espinhos e depois disso ele ainda pode se inchar dando a impressão que ele é maior do que realmente é. Ele é meio parente longe do lagarto de chifre encontrado na América. O diabo espinhoso só representa perigo para as formigas, seu alimento preferido, que ele come aos montes, umas três mil em cada refeição.

Pensa agora no diabo espinhoso como sendo o diabo mesmo, o próprio lúcifer, e as formigas que ele apanha diariamente entenda como pessoas que são destruídas diariamente. Ao longo desses seis mil anos, desde a queda de Adão lá no Jardim do Éden até hoje, quantas pessoas o diabo, o verdadeiro, já não destruiu? E pensar que você e eu estamos aqui neste mundo vulneráveis ao ataque desse maior predador da humanidade! Passíveis de ser também destruídos! Eu sou obrigado a dizer como o apóstolo Paulo: “Miserável homem que eu sou, quem me livrará desse corpo de morte” (Rom.7:24)? Mas o mesmo apóstolo dá a resposta para a pergunta feita com as seguintes palavras: “Mas graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rom. 7:25). Da próxima vez, quando você se sentir uma formiguinha quase devorada pelo diabo, recorra confiantemente a Cristo e ele cuidará de você.

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