Meditação diária de 04/09/2018 por Flávio Reti
04/09/2018
Biografia do Pr Rafael Rossi
05/09/2018

Meditação diária de 05/09/2018 por Flávio Reti

05 de setembro

A vespa-do-mar (Chironex fleckeri)

I Coríntios 15:55   “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?

Na verdade a vespa-do-mar não é uma vespa, é um água-viva translúcida que mata mais que os tubarões na costa de Recife, em Pernambuco. É um bicho aparentemente frágil, mas que mata em poucos minutos. Se você estiver distraído, não vai ver nada boiando na água, mas se prestar atenção verá uma água-viva com dezenas de tentáculos, com seus braços se movendo lentamente. Os tentáculos chegam a 5 metros de comprimento e seria lindo observar a beleza da delicada dançarina se ela não fosse uma matadora implacável. Ela existe nas praias da Austrália, muito conhecida dos biólogos, porque ela carrega no corpo um veneno muito mais letal do que qualquer outro animal do planeta terra. Seu veneno possui toxina suficiente para matar em minutos até 60 homens adultos, falando de uma única vespa-do-mar. Nos últimos 100 anos elas já mataram 65 banhistas, muito além das 34 mortes por tubarões assassinos. Ao ser atingida pelos arpões disparados dos seus tentáculos, a vítima tem uma dor tão intensa que não tem tempo de sair da água e morre por afogamento. Ao ser atingida, o sangue da vítima leva a toxina para o coração e descontrola os batimentos, quando não o faz parar de funcionar imediatamente, parar de bater. A vespa-do-mar não ataca, porque ela não sai do lugar, ela só sobe e desce ao sabor das ondas e da correnteza, ao contrário das lulas e polvos que nadam. Ao se encostar numa delas, seus tentáculos disparam milhares de alguma coisa semelhante a agulhas ou arpões que penetram na pele e lançam o veneno na corrente sanguínea. As praias sujeitas às vespas são cercadas com redes para manter longe essas infelizes medusas e os salva-vidas já carregam consigo um antídoto do veneno. As células dos tentáculos são carregadas de uma substância que necrosa a pele. Imerso nelas, há um fio, fino e duro, contraído como uma mola. Quando algum animal encosta, as células liberam a mola que estava encolhida. Os fios perfuram a epiderme sem dificuldade. A ponta, em forma de arpão, fisga e não escapa mais enquanto o veneno é injetado.

No texto citado acima, o apóstolo Paulo questiona outro tipo de aguilhoada mortal – o aguilhão do pecado. Ele mesmo diz que o aguilhão da morte é o pecado (versos 56 e 57 de I Cor.15). Mas ele também oferece uma solução ao dizer “graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de Nosso Senhor Jesus Cristo. Não é isso maravilhoso?

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