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05 DE FEVEREIRO

Coiote esperto (Canis latrans)

Marcos 13:33 “Estai de sobreaviso, vigiai e orai, porque não sabeis quando será o tempo”

 

O coiote é um animal semelhante a um lobo e que também pertence à família dos canídeos (cães). É menor que um lobo, mas é maior que uma raposa. Ele tem as orelhas mais compridas que os lobos e são mais esguios, de pernas mais finas e mais compridas. Eles são encontrados desde o Alasca até o Panamá, na América central. Ele não tem a mínima dificuldade para atravessar longas distâncias, mesmo em cima da neve e pode correr a uma velocidade de até 48 quilômetros por hora. E também não têm dificuldade para se adaptar a um novo ambiente. Pode-se encontrar coiotes nos desertos, nas florestas, nas montanhas, nas planícies, bastando que o clima seja tropical. Sua alimentação é preferencialmente de carne e ele tem preferência por coelhos, veados, alces, cobras e lagartos, inclusive as ovelhas dos criadores comerciantes. Na boca dele há 42 dentes, enquanto nós só temos até 32, dezesseis em cima e dezesseis em baixo. Os coiotes têm os sentidos extremamente aguçados em especial a audição, a visão e o olfato e são caçadores exímios. Pena que ele só vive ao redor de 6 anos, uma vida muito curta. O nome coiote significa para os nativos do Alasca “o cão que grita” por causa dos seus uivos durante a noite. O coiote tem uma tática muito inteligente de caçar. Ele vai andando devagar, com cautela, mas com seus sentidos atentos e despertos e a qualquer barulhinho ou qualquer movimento ele tenta cheirar e se percebe a presença de alguma presa ele se aproxima e ataca, negaceando devagarinho ou correndo atrás até conseguir.

Chamou-me a atenção no coiote a sua tática de caça. Ele vai andando devagar, mas sempre atento a qualquer sinal. Atenção, é a sua tática principal. É verdade que ele tem 42 dentes afiados, bom olfato, ouvidos apurados, visão privilegiada, mas não dispensa a atenção ao que se passa ao seu redor. Mesmo andando ele continua atento e ligado no ambiente ao redor. Eu consigo relacionar o verso acima, que manda vigiar e orar porque não sabemos a hora da vinda do filho do homem, com a expectativa cristã. Ele anda devagar, mas sempre atento. Nós deveríamos, pelo menos, estar sempre atentos também. A qualquer momento pode surgir uma caça para ele, e a qualquer momento pode surgir uma surpresa para nós. A maior surpresa será se formos apanhados despreocupados e desprevenidos, indiferentes quanto ao tempo que estamos vivendo. Vamos aprender com o coiote, sempre presente e sempre atento.

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