Meditação diária de 03/01/2018 por Flávio Reti
03/01/2018
Meditação diária de 05/08/2018 por Flávio Reti
05/01/2018

Meditação diária de 04/08/2018 por Flávio Reti

04 de janeiro

Um alce diferente (Alces alces)

Êxodo 20:13   “Não matarás”

Cervo, veado, alce, fazem parte da família dos cervídeos com vários outros espécimes de aparência próxima. O alce é um dos maiores da família dos cervídeos. Eles têm a cara comprida e desajeitada, têm as pernas longas, sabem nadar e mergulhar como nenhum outro da família e chegam a correr 55 km por hora e chegam a pesar mais de 800 quilos. Ele consegue mover seus olhos e enxergar atrás de si sem precisar virar a cabeça. Ele também consegue ouvir em todas as direções porque consegue girar suas orelhas em todas as direções e assim pode captar sons de outro alce a uma distância de três quilômetros.

Entre as muitas história que a gente ouve, temos uma contada por um senhor de nome Kulik que saiu com seu rifle para caçar alces. Um dia ele tomou seu rifle, uma bolsa com três sanduiches e uma garrafa térmica de suco e entrou na floresta a procura de pistas do animal. Logo ele encontrou pegadas num trilho e deduziu que por ali poderia loguinho passar alguns animais. Ele se escondeu e ficou à espreita de veados, cervos, alce, qualquer que fosse. Depois de uma hora ali imóvel, esperando a caça, ele sentiu fome e decidiu lanchar. Havia comido dois sanduiches e tomado uns goles do suco quando viu um enorme animal a menos de sete metros de distância. Ele nunca havia errado um tiro e não havia nada que pudesse esconder o animal pondo-o fora de sua mira. Ele era caçador antigo, havia matado muitos animais, mas nunca havia tido uma oportunidade tão fácil como essa. Ele não se moveu, esperou que o animal o descobrisse e saísse em fuga. Se o animal tivesse feito isso, ele teria atirado e abatido o lindo animal, mas ao invés disso, para sua surpresa, o alce não fugiu. Provavelmente aquele alce já deveria ter fugido de muitos caçadores, mas dessa vez ele não fez questão de correr e foi se aproximando em direção do senhor Kulik cuidadosamente, pé ante pé até chegar bem na frente do caçador e ficar olhando em seus olhos. Eu não sei o que eu faria se a experiência fosse comigo, mas o senhor Kulik esticou simplesmente o braço e começou acariciar o animal selvagem passando a mão de início na cara, depois entre os chifres e finalmente alisou seu pelo ao longo do corpo. Ele estava acariciando um alce selvagem. O caçador acabou lhe dando seu último sanduiche que o cervo devorou imediatamente. Em seguida foi se afastando e seguiu seu caminho vagarosamente com toda confiança do mundo. O senhor Kulik nunca mais atirou em um animal. Depois dessa experiência ele nunca mais conseguiu fazê-lo.

Talvez ele tenha sido um caçador que abatia animais silvestres porque nunca conheceu a doçura de um animal. A doçura do comportamento animal mudou o coração do senhor Kulik. Assim é com o cristianismo puro e sincero. A doçura do evangelho pode mudar vidas insensíveis e calejadas no mundo de pecados, mas quando entram em contato com a beleza do evangelho se deixam transformar. Por tudo isso que eu gosto da expressão do apóstolo Paulo em Romanos 1:16, que diz: “Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê”.

 

 

Os comentários estão encerrados.