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03/07/2018

Meditação diária de 03/07/2018 por Flávio Reti

03 de julho

O Dromedário (Camelus dromedarius)

Jeremias 2:23   “…Vê o teu rasto no vale, reconhece o que fizeste, dromedária nova de ligeiros pés, que andas ziguezagueando pelo caminho…”

O dromedário é um parente muito próximo dos camelos, natural do Norte da África e da Ásia. É um dos maiores mamíferos terrestres porque medindo-o com o pescoço esticado do chão até sua giba (a corcova), chega a três metros de altura. A literatura antiga dos Egípcios e gregos não fala de dromedários senão apenas de camelos. Os olhos do dromedário tem a forma ovalada e grande e a pupila apresenta um rasgo horizontal. Não existe dromedário selvagem, livres na natureza, mas apenas os criados em ambiente doméstico. Hoje os dromedários já foram levados a vários países como Ilhas Canárias, Austrália, Itália e Espanha. Se você visitar as dunas de Natal, no Rio Grande do Norte, vai ver que existem camelos e dromedários por lá também. A temperatura de seu corpo pode variar de 34ºC à noite para 40ºC durante o dia. Nenhum outro animal consegue regular a temperatura do corpo com uma diferença tão grande assim. Comparado a um cavalo, este é mais rápido do que o dromedário, mas se cansa muito logo, enquanto o dromedário consegue manter o trote durante 16 horas seguidas e percorrer até 140 quilômetros por dia. Pode passar dias sem beber água e bebem até água salobra normalmente, coisa que o ser humano não consegue beber sem sofrer desidratação. Os habitantes do deserto precisam cuidar para que eles não comam as paredes e a cobertura de palha seca das suas casas, visto que eles estão acostumados com capim seco do deserto. Dele nada se perde. Os proprietários usam-no para carregar cargas, usam o couro para fazer tendas, o pelo para fazer tecidos, a carne para alimentação e até o excremento em forma de bolos são deixados a secar para servir de combustível no deserto.

A lição que eu aprendo com o dromedário é a lição de utilidade e de rudez. Ele é um animal rude, não exige muito do seu dono e o serve de várias maneiras. Quão bom seria se nós assim servíssemos ao nosso Deus, sem exigir muito, e devolvêssemos a ele muito em troca do seu amor por nós. O dromedário aceita viver na dificuldade do deserto e ainda prestar serviço, enquanto nós preferimos o conforto da vida moderna e pouco devolvemos para a causa de Deus. É um momento para refletir. Um mudo animal pode nos dar uma grande lição de cristianismo.

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