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02 de maio

A pomba (Columba livia)

João 14:27   “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”

Houve uma ocasião em que a igreja do IASP estava tão infestada com pombas, dessas pombas caseiras, domésticas, que estava quase impossível frequentar os cultos sem se incomodar com o barulho que as pombas faziam no teto, acima do forro. Um grupo de diáconos resolveu acabar com a festa das pombas e certa noite entraram pelo forro com lanternas e foram colhendo pombas e enfiando-as dentro de um saco. Depois de algumas horas eram dois sacos grandes cheios de pombas de modo que o peso de algumas ia esmagando as demais e mais de 200 pombas foram mortas naquela noite. Aliviou o inconveniente do barulho de pombas na hora do culto. As pombas são aves comuns nas ruas das cidades e nos prédios públicos. Elas vão se esgueirando pelos beirais, pelas marquises e vão se aninhando e aumentando a prole. Em pouco tempo vira epidemia, aliás, as pombas podem transmitir algumas doenças às pessoas. Dizem os biólogos que há 250 espécies de pombas e pombos. Pelo fato de conviver bem em nosso meio, ela foi tomada como símbolo da paz na nossa cultura. Sempre que se quer representar a paz, uma pomba, de preferência branca, está na foto. Elas se alimentam especialmente de sementes, por isso elas representam um enorme prejuízo aos lavradores quando lançam sementes na terra. São, semelhante aos pinguins, casais perenes que não se separam. Ambos, pombo e pomba, alimentam seus filhotes com um líquido produzido na sua garganta chamado de “leite de pomba”. As pombas têm um excelente senso de direção e em tempos de guerra já foram usadas para levar mensagens a centenas de quilômetros de distância e daí vem o nome de pombo-correio.

A lição que as pombas oferecem é o senso de direção de saberem voltar para casa, para seus criadouros, seus ninhos, mesmo quando levadas a longas distâncias. Quando soltas, elas dão umas duas ou três voltas para se localizarem e depois encetam voo direto para o lar. O ser humano se sente muito feliz quando depois de andar pelo mundo consegue achar o caminho de casa. Dura coisa é se achar perdido no mundo sem ter para onde ir, para onde voltar. Felizmente o convite de Jesus é “vinde a mim” todos os que estão oprimidos e violentados pela vida. A maior alegria é poder voltar e achar as portas abertas. Só Jesus pode proporcionar isso a todos que a ele recorrerem.

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