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26/11/2018
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27/11/2018

27 de novembro

Calau  (Buceros bicornis)

Efésios 4:18   “Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração”

O calau é essa ave que tem uma espécie de capacete em cima do bico e que em Inglês recebe o nome de “hornbill” que significa “bico de chifre”. Esse capacete é usado para lutar contra inimigos e para abater presas. Ele é natural do sudeste da Ásia, mormente no Nepal e na Índia. Quando a calau acha um buraco em alguma árvore, com possibilidade de fazer ali seu ninho, ela entra e o macho fecha a entrada com gravetos e barro, deixando apenas uma pequena abertura para a fêmea respirar. Ali ela põe os ovos, choca até eclodir e o macho continua alimentando a fêmea e o filhote até a hora de sair do ninho. Ela costuma viver em grandes bandos e já foram vistos bandos de 2.400 indivíduos em um único bando. Como existem várias espécies de calaus, umas 55 espécies, a menor delas mede apenas 30 centímetros, enquanto as maiores chegam a 1.2 metros. Imagine o tamanho do bico de uma ave de quase 1.5 metros. Volte lá no início da página e leia o nome científico do calau. Cornus, do latim, significa chifre e bi você já sabe que quer dizer dois. Na verdade ele não tem dois chifres, ele tem um osso por cima do bico que mais parece outro bico quebrado. Quando o bando de calaus voa, eles batem as asas com tamanha força que juntos dão-nos a impressão de estar ouvindo uma locomotiva a vapor. Os povos das florestas, onde habita o calau, costuma caçá-lo para diversas finalidades. O bico e a cabeça são usados para cerimônias de encantamento e a carne como remédio. As penas são usadas para enfeitar a cabeça, inclusive o crânio que também é usado como enfeite pendurado ao pescoço. Um festival entre os nativos é incompleto sem uma pena de calau enfeitando a cabeça. Mas há uma crendice com respeito à carne do calau. Os povos das florestas acreditam que a carne dele provoca feridas nos pés.

Cada povo tem as suas crendices, invariavelmente, e nós não somos diferentes. Por que será que nós criamos coisas bizarras para acreditar e não damos importância ao que é verdadeiro? Muitas verdades bíblicas são passadas por alto, desacreditadas, enquanto a cabeça vai cheia de crendices, muitas vezes absurdas. As crendices geralmente nascem da ignorância das pessoas e as acompanham até o fim da vida. É como o brasileiro acreditar em assombração, em saci Pererê, em mula sem cabeça, em Curupira e por aí vai. Ignorar as coisas de Deus traz consequências eternas!

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