Meditação diária de 11/10/2018 por Flávio Reti

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10/10/2018
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11/10/2018

11 de outubro

O Isópode Gigante  (Bathynomus giganteus)

I João 1:5   “…Deus é luz e nele não há treva alguma”

Provavelmente você já conhece um bichinho que nós chamamos de tatuzinho (Os pill bugs) que se encontram embaixo de tijolos e outros materiais deixados no quintal, nos jardins, aqueles que ao serem tocados se enrolam e ficam parecendo uma bolinha, uma semente de quiabo. O isópode gigante tem a mesma aparência, mas é grande e habita no fundo dos mares. Ele pertence à família dos crustáceos, caranguejos e camarões. Aqui do nosso lado ninguém se atreve a comer esse bicho, mas em Taiwan eles estão nas mesas dos restaurantes onde são cozidos e servidos com arroz. Enquanto o tatuzinho de jardim não passa de um centímetro, o isópode gigante chega a medir 50 centímetros que dá para o Taiwanês fazer uma panelada com apenas um deles. Este também se enrola quando tocado e nesse caso fica parecendo uma bola de futebol de salão. Ele tem olhos compostos, com mais de 4.000 facetas, o que lhe permite uma ampla visão e também antenas gigantes. Isso ajuda porque no fundo do mar a luz é muito fraca e as antenas ajudam a sentir seu caminho na penumbra da água. É considerado um animal lixeiro porque vive procurando outros animais mortos no fundo do mar. Em grandes profundidades a comida é muito escassa e os animais que habitam nas profundezas se adaptaram a recolher qualquer coisa que caia em cima deles e isso inclui peixes mortos, baleias mortas, lulas. O isópode pode passar longos períodos sem se alimentar, até oito semanas, mas quando acha comida come de tudo que encontra lá embaixo. Semelhantes aos marsupiais (canguru, gambá) as fêmeas possuem uma bolsa onde guardam os próprios ovos até nascerem os filhotes para depois liberá-los nas águas. A profundidade média onde eles são encontrados é de 170 metros e daí pra mais, da penumbra para a escuridão onde vivem de preferência solitários.

Dá uma sensação de incômodo, de tristeza, só de pensar num animal preferindo viver da penumbra para a escuridão total. Nós não nos sentimos confortáveis só de pensar como seria a vida num ambiente semelhante a este. Na verdade, nós, filhos de Deus, fomos feitos para viver na glória, na parte iluminada do universo e por isso mesmo nós gostamos das luzes, da claridade onde podemos ver tudo claro e naturalmente iluminado. Mais ainda quando tomamos conhecimento que um dia moraremos no céu onde não haverá sol e a luz será aquela que emana do trono de Deus. Ao invés de águas profundas, os salvos alçarão voos incansáveis para os mundos distantes nas alturas. Eu almejo esse dia eterno!

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