VIII Aventuri APSo
09/10/2018
Meditação diária de 11/10/2018 por Flávio Reti
11/10/2018

10 de outubro

O saiga (Saiga tatarica)

Apocalipse 20:6   “Bem aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição, sobre estes não tem poder a segunda morte…”

Pensa em um antílope com um arremedo de tromba em cima do nariz. Não chega a ser uma tromba, não é um focinho, é alguma coisa totalmente diferente. Parece que amarraram um tijolo na cara do pobre animal. Em 2015 ao redor de 135.000 saigas apareceram mortos no Cazaquistão e até hoje ainda não se descobriu a causa. Discute-se que a brota nova da relva causou um grande empanzinamento que os levou à morte, mas não se sabe com certeza. Antes do colapso do comunismo na Rússia, os saigas eram protegidos por lei e havia um rebanho muito grande deles, mas depois da queda do muro de Berlim, com a derrocada do comunismo, a caça desenfreada se encarregou da quase extinção da espécie. Além da caça, a procura pelos chifres para exportação para a China, onde acreditam que os chifres dos machos servem de remédio e chegam a custar 4.600 dólares. O uso dos chifres do saiga é uma alternativa para o uso dos chifres de rinoceronte. O desaparecimento dos saigas é demonstração de um colapso na população desses animais, desses grandes mamíferos nômades que vivem nas estepes da Ásia e em parte da Europa. Só em 2014, funcionários da alfândega na fronteira entre a China e o Cazaquistão descobriram 66 caixas onde estavam 2.351 chifres do pobre Antílope em extinção, cujo valor beirava 11 milhões de dólares. A característica mais notável no saiga é o seu nariz parecido com o nariz do elefante, embora encurtado, que serve para ele aquecer o ar que respira no inverno e para evitar a inalação de areia e poeira nas áreas mais desérticas. Não é um animal pequeno, ele chega medir 1 metro de altura até os ombros e a pesar até 60 quilos.

Quando eu li sobre a mortandade em massa desse animal, logo me veio à mente os acontecimentos dos últimos dias desta terra. Nossa bíblia descreve que os últimos dias serão difíceis e trabalhosos e que haverá as pragas, descritas no apocalipse, que atingirão o mundo. Grande número da população da terra vai morrer sob os acontecimentos finais que ocorrerão neste mundo. Morrer até que não é o problema, porque temos a esperança da ressurreição em Jesus, mas morrer se torna um problema muito sério quando se morre sem esperança, porque será o fim de tudo. Haverá ressurreição sim, para os que morrerem em Cristo, que em seguida irão para o céu, mas para os que morrerem sem Cristo também haverá uma ressurreição, mas desta vez para a condenação eterna. Este é um assunto sério para pensarmos e repensarmos a fim de concluir em qual das ressurreições queremos estar.

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