Meditação diária de 30/01/2017 por Flávio Reti
30/01/2017
Meditação diária de 01/02/2017 por Flávio Reti
01/02/2017

Meditação diária de 31/01/2017 por Flávio Reti

Dia Mundial do Mágico

“Ora, havia ali um certo homem chamado Simão que vinha exercendo naquela cidade a arte mágica, fazendo pasmar o povo de Samaria e dizendo ser ele um grande personagem” Atos 8: 9

Você já ouvir falar que existe em São Paulo um museu da arte e do ilusionismo? Ele existe e está localizado na Vila Prudente, no bairro do Ipiranga. Seu idealizador, o mágico ilusionista Mr.Basart, trabalhou cinco anos na TV Cultura no programa Bambalalão, na década de 80.

O acervo do museu contém livros, quadros, vídeos e outras geringonças de ilusionismo, muitos fantoches usados pelos ventríloquos. É um local interessante de encantamento, coisa que toda criança gosta. A arte da magia se difundiu muito na Europa durante a idade média porque a população era na maioria sem estudo, ignorante e sofria muito da influência da igreja dominante que tudo julgava ser bruxaria. Logo, a população acreditava que se alguém conseguia iludir, fazer desaparecer, cortar ao meio e depois juntar novamente, esse alguém deveria ter algum pacto com o diabo. De lá a arte da magia se espalhou pelo mundo todo e ainda hoje é apreciada pelos curiosos que sempre atentos querem descobrir os truques.

É comum os pais tentar enganar as crianças fazendo aquelas brincadeiras de mágica e depois, logo em seguida, a criança tentando fazer o mesmo dizendo “fecha os olhos” e o pai fingindo entrar na mágica da criança fecha os olhos até que a criança diz: pode abrir. Momento maravilhoso para um pai. Felipe, um dos apóstolos de Jesus, se deparou com um mágico de verdade. Era Simão, um homem, que segundo Ele, vinha fazendo o povo pasmar e se fazendo passar por grande personagem. Mas chegou o dia em que Felipe pregou nessa cidade sobre o reino de Deus e muitos foram batizados, inclusive o próprio Simão, o mágico (At.8:13). Mas com Eva no Jardim não foi um truque de mágica. O mágico foi ele, satanás.

Eva se deixou levar, no jardim do Éden, por uma serpente falante. Ali não foi apenas um truque, foi o próprio satanás usando a serpente como um médium e falava através dela. Ela que estava acostumada, por certo, a ouvir unicamente a voz de Adão, seu marido, e a voz de Deus, porque não havia nenhuma outra criatura que falasse, ficou deslumbrada como ficam as crianças diante de uma mágica qualquer, por simples que seja.

Paulo, numa de suas cartas aos crentes de Corinto, manifestou sua preocupação com os enganos que podem vir do maligno nas seguintes palavras: “Mas temo que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos entendimentos e se apartem da simplicidade e da pureza que há em Cristo” (II Cor.11:3).

Essa é a preocupação, o perigo de que, ao apartar-se da simplicidade do evangelho e da pureza que há em Cristo, tenhamos nossos entendimentos corrompidos. Aí corremos o risco de sermos realmente iludidos não com um truque de mágica, que às vezes não passa de uma brincadeira,

mas pelo inimigo das almas, o próprio satanás que nesses últimos dias “anda rugindo como leão, buscando a quem possa tragar, sabendo que pouco tempo lhe resta” (I Pedro 5:8). Cautela é a palavra do momento, o diabo não é uma ilusão e nem um ilusionista, ele é real e está por aí. Cuidado!

Quando o apóstolo Paulo esteve em Corinto, ele enfrentou mágicos, encantadores e feiticeiros que o ouviram e aceitaram o evangelho. Ao aceitarem o cristianismo, alguns crentes não haviam renunciado inteiramente as suas superstições. Ainda continuaram em certa medida a

praticar a magia. Agora, convictos de seu erro, “muitos dos que tinham crido vinham, confessando e publicando os seus feitos” (Atos 19:18). A boa obra se estendeu mesmo a alguns dos próprios feiticeiros e “muitos dos que seguiam artes mágicas trouxeram os seus livros e os queimaram na presença de todos” (Atos 19:19). Aqui está uma prova inequívoca de que o evangelho transforma. Como está em Romanos 1:10, “é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê” (A Verdade sobre os Anjos, p.238).

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