Indicação de literatura: “Inteligência Espiritual”
29/09/2019
Meditação diária de 01/10/2019 por Flávio Reti – Henry Ford
01/10/2019

Meditação diária de 30/09/2019 por Flávio Reti – Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart

30 de setembro

Salmos 33:3  “Cantai-lhe um cântico novo, tocai bem e com júbilo”

Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus Mozart

Dispensa comentários se disser que ele foi um austríaco importante e influente compositor do período clássico. Desde sua infância ele era considerado um menino prodígio, demonstrava habilidade em instrumentos de cordas, mormente o violino e de teclado, especialmente o piano, mas clássico e mais erudito. Já na adolescência ele foi contratado pela corte austríaca de Salzburgo. Mozart ganhou fama, mas nunca conseguiu ganhar dinheiro. Mais para o final da sua vida, ele produziu as suas sinfonias, seus concertos e suas óperas. Sabemos que ele foi casado com uma tal Constanze e que tiveram dois filhos. Foi autor criador de mais de 600 obras musicais e recebeu louvor de todos os críticos de seu tempo, além de influenciar muitos outros compositores de maneira que veio a ser considerado um ícone da música clássica e uma figura muito popular. Toda a família de Mozart era da área da música, seu pai era violonista muito rigoroso na educação e na disciplina dos filhos, sua irmã também era muito dotada de talentos musicais. Desde os 4 anos, ele, seu pai e sua irmã percorriam a Europa se apresentando e cumprindo cronograma apertado que veio a cobrar caro de sua saúde no futuro. “Uma nota divulgada em um jornal local declara que Mozart já era capaz de tocar como um adulto, improvisar em vários estilos, acompanhar à primeira vista, tocar teclado com um pano a cobrir as teclas, acrescentar um baixo a um tema dado e identificar qualquer nota que fosse tocada”. Curioso que ele compunha, pintava as notas na pauta, mas para escrever era um desastre, só fazia garranchos. Mozart teve contato com Händel, com Bach e até desenvolveu boa amizade com ele. Para meu assombro, descobri que muitas vezes, após suas apresentações, Mozart ganhava de reis e rainhas presentes de ouro, mas geralmente ganhava caixas de Rapé. Certa vez, na Capela Sistina, em Roma, Mozart ouviu a apresentação de uma obra exclusiva e guardada quase que secretamente, mas Mozart depois da audição, reescreveu a música na íntegra e de cor. Para se manter, Mozart vivia viajando por toda a Europa, compondo e apresentando nas salas reais. Frequentava os palácios de reis e autoridades do mndo político, não ficou rico, mas também não era mais pobre, sobrevivia da música.

Bem, até aqui vimos falando de música e de um músico em particular, Mozart, cuja vida está repleta de detalhes. Mas minha imaginação vai para além desta vida, para depois da volta de Jesus, quando seremos admitidos no céu com cânticos. O Cântico do Cordeiro, o Cântico dos remidos, provavelmente ouviremos o coro celestial, participaremos de um grande coral e eu fico conjecturando. Eu que tentei aprender clarinete com um professor americano, Prof. Robert Douglas Benfield, e acabei aprendendo Inglês com ele, que instrumento será que vou tocar no céu? Que voz eu vou cantar no coro celestial? Aqui, eu tentei cantar em quarteto, tentei aprender clarinete, mas foi só fiasco. Hoje não canto nada, não toco nada, mas tenho certeza que vamos ter surpresas no céu, porque “transformado seremos todos” (I Cor.15:51) na volta de Jesus.

Os comentários estão encerrados.