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29 de junho

Jeremias 2:11  “…Mas o meu povo trocou a sua glória por aquilo que é de nenhum proveito”

José Alves dos Santos

Pelo fato de ter nascido na cidade de Terra Rica, no Estado do Paraná, o José Alves adotou o nome artístico de José Rico e formou com Milionário uma dupla sertaneja de grande sucesso no Brasil todo. Além de cantor ele era também um bom compositor e é dele a música “Estrada da Vida” que depois se transformou em um filme. Depois desse veio outro filme “Sonhei com Você” e o sucesso da dupla foi notório. Na verdade, José Rico, um apelido da infância, foi inventado por um padre local comparando com outro nome em Inglês Jonny Cash (Jonny Dinheiro seria a tradução), que também foi um cantor, compositor norte americano que alcançou igual sucesso por lá, considerado o rei da música country com uma trajetória que durou quase 50 anos. José Rico era natural de Pernambuco, de uma cidade que também tinha José no nome, São José do Belmonte, mas veio para o Paraná e depois para São Paulo onde conheceu seu companheiro de dupla, o Milionário (Romeu Januário de Matos) e juntos formaram a dupla conhecida como “gargantas de ouro”. Ao redor do ano em que morreu José Rico (2015), morreram vários outros artistas, foi um período trágico para a classe artística. Entre os artistas mortos recentemente estão registrados o cantor Wando, o cantor Emilio Santiago. José Wilker e José Rico. Ninguém nega que eles brilharam, mas brilharam pouco, foi um brilho passageiro. Aliás, o brilho mais fulgurante deste mundo não passa de uma penumbra. Quando me demoro a pensar no significado de brilho, glória, eu me reporto à tentação de Jesus no deserto. “O grande enganador tentou cegar os olhos de Cristo com o brilho e resplendor do mundo, apresentando diante dele os reinos deste mundo e sua glória. Aquele que caíra do Céu retratou este mundo como possuindo o resplendor do reino celestial, de modo a induzir Cristo a aceitar o suborno, prostrar-Se diante dele e o adorar. (Signs of the Times, 28 de março de 1895). O brilho deste mundo além de passageiro é traiçoeiro e quem se deixa levar por ele corre o risco de cedo se apagar. E quem assoberbado corre atrás de brilho, de glória neste mundo, pode estar correndo em vão, porque a glória deste mundo é muito incerta e poderá ser humilhado logo na frente. Maior cuidado ainda devemos tomar ao saber que nos últimos dias o poder do engano se avolumará a ponto de ofuscar nossos olhos. “Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo. A igreja tem há muito tempo professado considerar o advento do Salvador como a realização de suas esperanças. Assim, o grande enganador fará parecer que Cristo veio. Em várias partes da Terra, Satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante, assemelhando-se à descrição do Filho de Deus dada por João no Apocalipse (cap. 1). A glória que o cerca não é excedida por coisa alguma que os olhos mortais já tenham contemplado. Ressoa nos ares a aclamação de triunfo: “Cristo veio! Cristo veio!” (A Verdade sobre os anjos, pág.273). A única glória, o único brilho que vale a pena esperar é a glória e o brilho com os quais serão revestidos os remidos de Deus de todos os tempos.

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