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Meditação diária de 29/05/2019 por Flávio Reti – William Thomas Green Morton

29 de maio

Jó 16:6 “Ainda que eu fale, a minha dor não se mitiga e embora me cale, qual é o meu alívio?”

William Thomas Green Morton

Você não tem ideia do que esse homem fez. Ele foi um pretenso dentista americano, nascido em Vorcester, no estado de Massachusetts, pretenso porque não terminou o curso de odontologia. Ele entrou para a universidade a fim de fazer o curso de odontologia, mas abandonou o curso e nunca se graduou, ao invés de estudar ele foi ser sócio de um dentista já estabelecido e famoso, Horace Wells. A sociedde não foi para frente e dentro de seis meses ela foi desfeita, embora eles continuassem amigos numa relação de aluno e professor, onde Morton era aluno e Wells era o professor. Era a década de 1840, Horace wells trabalhando na sua profissão, descobriu que um gás, chamado de gás hilariante, aquele que provoca risos, tinha efeitos anestésicos. Ele, então, procurou seu amigo Morton para contar a descoberta e os sucessos que vinha experimentando com o tal gás hilariante, mas Morton não deu lá muita importância ao relato entusiasmado do amigo Wells, afinal, dentista era Wells e ele um fracassado, longe da escola, distante da possibilidade de qualquer descoberta científica. Certa feita, Wells fez uma apresentação pública da sua descoberta em um hospital e não foi muito bem aceito, houve ceticismo dos médicos. Alguns dias depois Morton, não o dentista Wells, voltou ao hospital com uma proposta diferente que mudaria o conceito de anestesia no mundo, mudando para sempre os procedimentos para cirurgias. O dia 16 de outubro ficou conhecido como o dia em que pela primeira vez uma cirurgia geral foi realizada com anestesia geral. Norton fez a palestra nesse dia e falou com muita convicção apresentando um aparelho que consistia em um globo de vidro com duas mangueiras que eram apontadas para a boca do paciente, mas dentro do vidro havia éter no lugar do gás hilariante, gás esse hoje conhecido como protóxido de azoto. O médico que estava ali presente, estraiu um tumor localizado em baixo do queixo do paciente e inclusive um pedaço da língua e não se ouviu qualquer indício de dor por parte do paciente. Outro paciente tinha dores na coluna e foi atendido com um ferro quente, em brasa, queimando o local e também este não reclamou de dor. Estava provado que Morton havia descoberto a anestesia e também o método de como anestesiar, inalando o éter, faciitando com isso todos os procedimentos que requeressem invasão no corpo sem dor e sem sofrimento ao paciente. Verdade é que a anestesia evoluiu e hoje é alguma coisa injetável e até com mais eficiência, mas Morton entrou para a história como o inventor da anestesia.

A anestesia dissipa a dor, é verdade, mas não cura nem diminui a dor da alma, aquele incômodo que a pessoa sente e que nada parece satisfazer, nada parece aliviar. Só a presença de Jesus na vida é que vai anestesiar a dor da consciência, o vazio da alma, vai aliviar o estresse, vai trazer paz, descanso, confiança e prazer pela vida. Se hoje nada parece aliviar sua mente perturbada, experimente Jesus, seu bálsamo é mais penetrante do que a badalada anestesia de Morton.

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