Meditação diária de 27/03/2017 por Flávio Reti
27/03/2017
Meditação diária de 29/03/2017 por Flávio Reti
29/03/2017

Meditação diária de 28/03/2017 por Flávio Reti

Dia do Revisor

E aquele que falava comigo tinha por medida uma cana de ouro, para medir a cidade, suas portas e seu muro” Apocalipse 21:15

Na criação de um texto, há várias pessoas, profissionais, cujos nomes da sua profissão escapam da compreensão do leitor. O leitor simplesmente pega um livro, uma revista, lê e joga lá em cima da mesinha de canto. Ele dificilmente toma conhecimento de que vários profissionais estavem debruçados em cima daquele livro ou daquela revista que ele acabou de jogar na mesinha. Vai relacionando: o escritor, o copydesk, o preparador de originais, o revisor, o editor, o gráfico, até um leitor crítico e só depois de impresso o livro e a revista serão embalados e enviados para as bancas ou para as livrarias.

Então, quem faz o que? O dicionário Houaiss traz todas as explicações. Vamos por parte. O copydesk faz a limpeza do texto. Busca problemas de grafia, coesão, coerência. Ele mexe no texto.  O preparador de originais padroniza os originais vendo como ficará a publicação (Estamos falando de uma criação nova, esquece aqui os traduzidos)

O revisor vai revisar os originais a ser impressos e as provas tipográficas. Depois ele examina a capa, as quebras de texto e fica de olho se não sobrou algum pastel pelo meio (pastel é o nome que se dá a algum caracter tipográfico que ficou misturado, ou confundido, ou fora de lugar, troca de letras. (Não confundir revisor pessoa com um programa revisor de computador).

O editor será o responsável por tudo. Ele supervisiona os demais e responde por tudo que vier acontecer depois que a matéria for publicada. O gráfico se encarrega de imprimir. Geralmente trabalha com as máquinas gráficas.

O livro de apocalipse fala de um anjo que tinha uma vara de medir. Ele mediu a cidade, as portas e os muros, logo, ele assumiu a função de um revisor. Não é de se admirar que tudo passe pelo crivo da revisão divina. É bom salientar aqui que Deus usa de justiça na sua revisão. Ele disse que “com a medida com que medirdes vos medirão também” (Luc.6:38).

Às vezes sentimos até um calafrio na espinha, quando pensamos que um dia um justo juiz fará uma revisão nos atos da vida de cada um, como se fosse um livro, passando página por página. Por outro lado, a gente exulta de alegria porque o mesmo justo juiz me dará naquele dia uma coroa de glória imortal (II Tim.4:8). Um dia quero ouvir dos lábios do próprio Jesus as palavras que vão soar mais doce do que tudo que já ouvi: “Vinde, benditos de meu pai, possui por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mat.25:34). Naquele dia terei a certeza de receber o carimbo de “revisado e aprovado” com a assinatura de Jesus. Na última noite dos filhos de Israel no Egito, eles deixaram uma assinatura de sangue nos umbrais das portas e ao reconhecer a assinatura o anjo destruidor passava por cima e pelo alto, poupando da morte certa o primogênito daquela casa. De igual modo, devemos ostentar estampado em nós o carimbo com a assinatura de propriedade de Jesus para sermos reconhecidos pelos anjos de Deus como filhos que devem

ser poupados da destruição dos últimos dias. O carimbo e a assinatura é que dão autenticidade ao objeto possuído. Quando se compra qualquer produto hoje, logo se olha no verso para ver onde foi fabricado e a gente se decepciona quando lê “made in China”. Os filhos de Deus devem portar um carimbo, uma inscrição, que ateste de sua origem celestial. Nosso caráter deve ser tecido nos teares celestiais para ter autenticidade e para quem quer que seja poder nos identificar como “filhos de Deus”. Os sacerdotes do tempo de Moisés levavam na testa uma plaqueta onde se dizia “santidade ao senhor”. Com você, há alguma coisa que o identifique com alguém? Com Jesus? Certifique-se dessa identificação.

Os comentários estão encerrados.