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Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

“Para que, pois, me vem o incenso de Sabá ou a melhor cana aromática de terras remotas? Vossos holocaustos não são aceitáveis nem me agradam os vossos sacrifícios” Jeremias 6:20

A palavra holocausto aparece em contextos diferentes na nossa língua. De início, advinha de um sistema judaico, ordenado por Deus, de oferecer holocaustos, uma espécie de sacrifício

consistindo de animais queimados sobre um altar. Hoje, quando se fala em holocausto, logo vem à mente o massacre coordenado por Hitler, na Alemanha. Com o intuito de ter uma raça ariana pura, ele sacrificou mais de seis milhões de judeus em fornos e em câmaras de gás, sem contar os milhares que morreram de inanição nos porões de celas infestadas de toda sorte de doenças. O holocausto foi um tipo de assassinato coletivo, perpetrado pelos comandados de Hitler, sob a alegação de que os judeus era uma espécie de “vermes parasitas” que deveriam ser eliminados da face da terra. Com isso eles condenaram todos os judeus que viviam na Europa à morte, quer fossem ricos ou pobres, doentes ou saudáveis, jovem ou velho e até mesmo bebês, radicais ao judaísmo ou convertidos

ao cristianismo. Estima-se que dois de cada três judeus vivendo na Europa foram eliminados, perfazendo um total de seis milhões e mais de um milhão deles eram crianças. Os alemães e seus adeptos, chamados de nazistas, se tornaram perseguidores implacáveis e decididos. Difícil é aceitar sua base de teorias, suas ideologias, para entender em parte, essa obsessão incontrolável de aniquilar totalmente os judeus. Tem muito do Darwinismo na ideologia de Hitler. A eliminação do mais fraco para a sobrevivência do mais forte. A sobrevivência da raça era se multiplicar e eliminar os concorrentes, ter mais terras para alimentar e manter a raça forte em crescimento, mais espaços. Foi uma herança maldita de Darwin, um capítulo negro na história.

O holocausto, a que a bíblia se refere, era praticado por incrível que pareça, pelo povo judeu.

Tinha o objetivo de didaticamente ensinar o povo que ao matar um cordeiro para o sacrifício diariamente ficaria claro na mente que um dia Jesus, o cordeiro de Deus, viria para ser o salvador. Em cima dessa promessa de Deus o povo de Israel estruturou sua nação, sua religião, seus costumes e suas celebrações. Com o decorrer do tempo, o sistema de sacrifício foi ficando lugar comum e perdendo o significado. Mas veio Jesus, conforme a profecia, e encerrou de vez o sistema judaico

de holocaustos. Tiveram dificuldade para entender que a salvação não estava nos ritos, mas em Jesus. Por isso a reprimenda acima de que os holocaustos não eram aceitáveis e nem agradavam. Entendeu? Então prefira Jesus.

“Toda a família humana transgrediu a lei de Deus, e como transgressor da lei, o homem está desesperançadamente arruinado, pois ele é inimigo de Deus, sem forças para fazer qualquer coisa boa. “A inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.” Rom. 8:7. Olhando ao espelho moral – a santa lei de Deus – o homem se vê como pecador e se convence de seu estado mau, sua condenação sem esperanças, sob a justa penalidade da lei. Mas não foi ele abandonado ao estado de miséria sem esperança, no qual o pecado o mergulhou, pois foi para salvar da ruína o transgressor que Aquele que era igual a Deus

ofereceu Sua vida em holocausto no Calvário. “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” ((João 3:16) Mensagens Escolhidas, p.321).

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