Culto de Oração (25/09/2019 às 20h00)
25/09/2019
Meditação diária de 27/09/2019 por Flávio Reti – Giuliano Della Rovere
27/09/2019

Meditação diária de 26/09/2019 por Flávio Reti – Jean Henry Dunant

26 de setembro

I João 1:7  “…e o sangue de Jesus, seu filho, nos purifica de todo pecado”

Jean Henry Dunant

Jean-Henri Dunant foi o ganhador do prêmio Nobel da paz em1901. É um suíço, grande filantropo que ficou conhecido no mundo como o fundador da Cruz vermelha Internacional. Os pais de Jean Dunant, desde cedo, incentivaram na educação dos filhos a responsabilidade social. Numa viagem que fizeram a Toulon, na França, seus filhos testemunharam as torturas sofridas por prisioneiros que trabalhavam na cozinha da prisão e ficaram muito chocados com as cenas que viram. O filho Jean Dunant imediatamente se propôs criar um serviço de primeiros socorros e ampliar para uma Organização Internacional mais abrangente que facilitasse a melhoria da condição de vida das vítimas de guerra. Nos seus objetivos, ao fundar a Cruz Vermelha, ela deveria ser neutra, imparcial, usar um emblema que fosse reconhecido por todos e respeitado mundialmente. Sua função seria aliviar o sofrimento de soldados prestando serviço voluntário oferecido por pessoas voluntárias. Seus membros não fazem distinção de pessoas, de nacionalidade, de raça, se é político ou leigo, se é rico ou pobre. Ela se envolve unicamente no socorro das pessoas no intuito de aliviar o sofrimento. É uma organização que não pertence a nenhum governo, independente, no entanto é admitida por todos os países e estes a permitem trabalhar dentro de seus limites sempre que seus préstimos são necessários. Ela precisa se abster de entrar em conflitos e não deve nunca se envolver com os conflitos onde estiver atuando. Não visa lucros e se mantém com verbas dos países consignatários e das doações de filantropos do mundo inteiro. Entre as suas atribuições estão a identificação de corpos retirados de batalhas, abrir e esviscerar, fechar corpos, identificar órgãos, identificar pedaços de corpos para posterior exames, guarda temporária do material, embalsamamento de cadáveres e uma série de outras atividades relacionadas com feridos e mortos em guerras e conflitos. Como se pode ver, a Cruz Vermelha presta um excelente serviço humanitário onde for necessário, mas ainda está muito longe da Cruz de Cristo. A cruz de Cristo é mais ampla no seu objetivo, na sua abrangência. Seu lema é salvar todos que se achegarem a Deus. A Cruz que os cristãos reverenciam foi pensada, não por um filantropo humano, apesar de lindo seu trabalho, mas pelo próprio Deus e muito antes de haver conflito no universo. Hoje os cristãos, semelhantes aos membros da Cruz Vermelha, pretendem estar no mundo inteiro para atender e ajudar tantos quantos precisem de sua mão auxiliadora. Eles querem salvar, não de um conflito terreno, mas de um conflito cósmico causado pelo que conhecemos como pecado. O pecado, como um conflito entre nações, ainda vai levar muita gente à perdição eterna. Nós, como voluntários da Cruz de Cristo, devemos de igual maneira ser imparciais, não fazer diferença de gênero, raça ou cor. Ir aonde Deus mandar e ter sempre um motivo altruísta no coração. Na próxima vez que você pensar na cruz, não repare no emblema afixado nela com cores vermelhas para identificá-la internacionalmente. Pense nela como um instrumento de tortura, ensanguentado, sobre o qual morreu nosso senhor e salvador para salvar até o mais vil pecador. A Cruz de Cristo faz toda a diferença no coração das pessoas. Quando a Cruz está presente, a lembrança de Cristo é constante e os males de uma sociedade corrompida pelo pecado não atinge os membros dessa organização celestial. A Cruz de Cristo, uma vez plantada no coração das pessoas, dará fruto para a eternidade.

Os comentários estão encerrados.