Novo Encontro (Domingo 24/11/2019 às 20h00)
23/11/2019
Meditação diária de 25/11/2019 por Flávio Reti – Luiz Gonzaga do Nascimento
25/11/2019

Meditação diária de 24/11/2019 por Flávio Reti – Lee Harvey Oswald

24 de novembro

Eclesiastes 7:9  “…porque a ira abriga-se no seio dos tolos”

Lee Harvey Oswald

Entre os americanos esse nome é lembrado como maldito, porque foi o assassino do presidente John Fitzgerald Kennedy na cidade de Dallas, Estado do Texas, em novembro de 1963. Ele havia pertencido à foça naval americana e foi detido por ter matado um oficial da polícia que parou o carro para interrogá-lo na rua e não por ter matado o presidente. Posteriormente ele foi ligado ao assassinato de Kennedy. Ele negava ser responsável pelos dois crimes. Dois dias depois, dia 24 de novembro de 1963, quando estava sendo transferido pela polícia da cadeia local municipal para uma cadeia estadual, ele foi baleado e morto por um judeu mafioso, Jack Ruby. A morte de Kennedy foi um descuido do FBI, porque sabia que Lee Oswald havia sido desertor, havia sido comunista militante, teve contatos com o serviço secreto da Rússia e de Cuba e que havia voltado para os Estados Unidos, ele não foi detido nem proibido de estar presente na convenção onde Kennedy foi morto. Um ano depois dele estar morto, uma comissão concluiu que Lee Oswald agiu sozinho no assassinato de Kennedy. Mas alguma coisa de errado sempre houve com Lee Oswald, porque morou em 22 cidades diferentes e com isso ele passou por 12 escolas distintas. Morou em um orfanato mais de um ano, porque sua mãe tinha dificuldades financeiras. Era uma criança calada e temperamental. Certa vez, morando com seu irmão, em pouco tempo foi obrigado a deixar a casa porque ameaçou a esposa de seu irmão com uma faca além de agredir a mãe dela. Como não frequentava a escola, foi denunciado e levado a um reformatório juvenil onde passou por exames psiquiátricos e diagnosticado com “desvio de personalidade patente, características esquizofrênicas, tendências de agressividade. Antes de completar o tratamento receitado, Lee voltou para a casa de sua mãe em New Orleans e se alistou no exército, no corpo dos fuzileiros navais. Sempre teve dificuldades de ler e escrever, era um disléxico, mas gostava de ler livros sobre marxismo. Estando na marinha, ele foi treinado como atirador usando um rifle, mas ele foi destinado a operar o radar. Como operador do radar ele recebeu informações particulares que repassou aos russos. Duas vezes ele foi levado à corte marcial. Uma quando atirou no próprio ombro com uma arma que não pertencia à corporação, não autorizada, e noutra ocasião por brigar com um sargento a quem supunha ser a pessoa que arbitrou a punição que sofreu no primeiro julgamento. Uma terceira vez ele foi punido, porque disparou seu rifle a esmo contra a selva, sem motivo algum, enquanto estava de sentinela. Abandonou o exército, economizou dinheiro e rumou para a Rússia, enviou documentação falsa para várias universidades se fazendo passar por aluno interessado em estudar na União Soviética a fim de conseguir o visto de permanência, e conseguiu um visto de estudante no país soviético. Tentou se nacionalizar mas foi-lhe negado, então cortou os pulsos numa banheira. Foi socorrido e mantido num hospital psiquiátrico. Ele se ofereceu para operar radar dizendo que tinha informações importantes para os russos, mas se deu mal, porque foi mandado para Minsk trabalhar como torneiro numa fábrica de eletrônicos. Casou por lá, mas entediado com a espera, resolveu voltar ao seu país. Virou notícias como o americano que desertou para a Rússia e que havia voltado. Foi trabalhar numa gráfica em Dallas e em poucos dias foi demitido por ineficiência e grosseria.

Que vida! Uma vida inútil e perigosa para os outros. Um cristão vive diferente, tem objetivos altruístas, espera o céu e vive para ser útil.

Os comentários estão encerrados.