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Meditação diária de 25/10/2019 por Flávio Reti – William Barclay Bat Masterson
25/10/2019

Meditação diária de 24/10/2019 por Flávio Reti – William James Herschel

24 de outubro

João 20:27   “Depois disse a Tomé: Chega aqui os teus dedos e vê as minhas mãos. Chega a tua mão e mete-a no meu lado e não sejas mais incrédulo, mas crente”

William James Herschel

Esse jovem era um funcionário do governo da Inglaterra a serviço na sua colônia na Índia. Acabou ficando conhecido no mundo como o primeiro cidadão europeu a usar as impressões digitais com finalidades de identificação prática das pessoas e sem querer ele estava implantando no mundo o uso definitivo da papiloscopia, essa maneira científica até hoje usada nos meios forenses. A papiloscopia nada mais é do uma ciência que tem a ver com a identificação da pessoa humana através das papilas que existem normalmente na ponta dos dedos, na palma da mão e na sola do pé. Na linguagem mais moderna é conhecida como identificação pelas impressões digitais. E o profissional especializado nessa ciência e que normalmente trabalha para a polícia investigativa e pericial, se chama papiloscopista. Complicado? Nem tanto. A ciência da papiloscopia é muito antiga. Nos casos de divórcio, na China antiga do século VII, o marido era obrigado a fornecer um documento para a esposa divorciada cuja autenticação era sua impressão digital, aliás impressões, porque era de todos os dedos. Na Índia, no século IX os analfabetos conseguiam legalizar documentos de propriedade das terras e de cidadania com suas impressões digitais. O uso das impressões com aplicação científica é mais recente. Antes dos homens forenses utilizar as impressões digitais para identificação, os método mais antigo era geralmente causar no condenado uma cicatriz, uma marca, que como uma tatuagem facilitaria a identificação. Os escravos, no Brasil escravocrata, eram marcados nas nádegas com ferro quente em brasa com as iniciais de seus donos, para não fugirem. Esse método brutal de mutilação cedeu lugar ao método científico de identificação de criminosos e fugitivos, a papiloscopia

Logo após a ressurreição de Jesus, ele se apresentou aos discípulos que estavam reunidos numa sala fechada por medo dos judeus, exceto um deles que não estava no momento, Tomé (João 20:24). Quando os demais discípulos lhe disseram que haviam visto o Senhor ressuscitado, ele duvidou dizendo: “Se eu não vir os sinais dos cravos nas suas mãos e não meter o dedo no local dos cravos e não meter a mão do seu lado, de maneira nenhuma crerei”. Jesus fazendo uso da papiloscopia, disse a Tomé: Chega aqui o teu dedo e vê as minhas mãos, chega a tua mão e mete-a no meu lado e não sejas incrédulo, mas crente (João 20:25 – 27). Pois bem, Papiloscopia quer dizer identificação, mas você sabe que depois do juízo, pecados e pecadores serão destruídos, porque se os homens se apegam ao pecado, ficarão com ele identificados e se se apegam a Deus, ficarão também com ele identificados. Todos nós levamos as marcas da nossa identidade. No dia do juízo não haverá necessidade de algum papiloscopista, porque os registros do céu, feitos por anjos de Deus, guardam um registro fiel da nossa vida e naquele dia os livros serão abertos diante do universo para demonstrar a justiça e o amor de Deus claramente. O apóstolo Paulo, pelas dificuldades por amor ao evangelho disse “eu trago no meu corpo as marcas de Jesus” (Gal.6:17). Pergunte-se agora: O que tenho eu que me identifica com Jesus? Minha vida, minha fé, minha obediência, minha sinceridade? Nossa identidade com Cristo é imprescindível para passar incólume naquele dia do juízo.

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