Comentários da Lição 9 (1o Trim/2017) por Ligado na Videira
23/02/2017
Meditação diária de 25/02/2017 por Flávio Reti
25/02/2017

Meditação diária de 24/02/2017 por Flávio Reti

Dia da Promulgação da 1ª Constituição do Brasil

“Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e alumia os olhos” Salmos 19:8

Era o ano 1824. Há dois anos o Brasil havia dado o grito da independência. Havia se livrado das garras de Portugal e agora precisava se estruturar como nação independente. Precisava de uma constituição, uma carta magna, como tinham outras nações.

Na abertura da assembleia constituinte, D. Pedro fez um discurso eloquente e pediu aos congressistas que fizessem uma constituição, uma carta magna, “digna do Brasil”.

Na promulgação da constituição, numa das primeiras linhas constava o seguinte dizer: EM NOME DA SANTÍSSIMA TRINDADE porque a religião definida pelo império, naquela constituição, era a religião católica. De 1824 pra cá o Brasil já teve sete constituições. Estamos vivendo sob a última, promulgada em 1988.

Quando Israel saiu do Egito, atravessou o Mar e depois o Jordão e se estabeleceu na terra, eles também precisavam de uma constituição. Mas Deus se antecipou e ofereceu as leis desde que começaram a caminhada pelo deserto. Antes mesmo deles conquistarem o que seria seu território. Através de Moisés, um líder por excelência, Deus deu leis civis, cerimoniais e sociais. Quando Moisés deus as leis, ele levou o povo a pensar em todas as circunstâncias em que Deus os havia guiado pelo deserto, como os tirou do Egito e expôs as promessas que seguiriam à observância da lei.

Em seguida fez o povo jurar que cumpriria todas as leis a eles dadas e o povo respondeu a uma só voz: Tudo que o Senhor tem falado faremos (Ex.19:8) E não fizeram. Pouco depois lá estavam ele, mesmo antes de conquistar a terra, se misturando com as demais nações, adorando seus ídolos. Mas não tinham uma constituição para orientar? Sim, tinham. O problema era que aquela série de regras não estava no coração deles, era algo exterior, imposta, eles não pediram aquilo.

Para que uma lei produza efeito ela deve estar internalizada dentro de nós, deve fazer parte da nossa vida. O salmista, Davi, expressou isso da seguinte maneira: “Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu, sim, a tua lei está dentro do meu coração” (Sal.40:8) Quando a lei de Deus estiver dentro de nós, os resultados serão vistos normalmente em todas as nossas ações. E ele disse mais: Ó como amo a tua lei, ela é a minha meditação o dia todo” (Sal.119:97). Você ama a lei de nosso Deus? É a sua meditação de todos os dias? Tem consciência de que ela está internalizada no seu coração?

Nossa vida é a possessão adquirida de Cristo, e não nos achamos na liberdade de fazer com ela o que nos apraz. Todos quantos compreendem as leis de Deus devem reconhecer sua obrigação de obedecer a essas leis, estabelecidas por Deus em nosso ser. A obediência às leis de Deus deve ser considerada questão de dever pessoal. Temos de sofrer os resultados da lei violada caso a violamos. Cumpre-nos responder individualmente a Deus por nossas desobediências e práticas errôneas.

Portanto, a questão quanto a nós, não é: “Qual é o costume do mundo?”, mas: “De que maneira eu, como indivíduo, tratarei a lei da vida que Deus me deu?”

Governadores, senadores, deputados, juízes, homens que decretam e administram as leis de uma nação, homens que têm nas mãos a vida, a boa reputação e os bens de seus semelhantes devem ser homens de estrita obediência da lei de Deus. Somente assim podem eles ter a mente clara para discriminar entre o bem e o mal. Só assim podem possuir firmeza de princípios e sabedoria para ministrar a justiça e mostrar misericórdia. A lei e o testemunho, se eles não falarem segundo esta palavra, nunca verão a alva” (Is.8:20). A lei de Deus não é um detalhe, é a regra geral. Por ela serão aferidos os homens no juízo. Sinta a importância dela!

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