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Meditação diária de 23/06/2019 por Flávio Reti – Marie Josephe Rose Tascher de la Pagerie

23 de junho

Salmos 119:165  “Muita paz têm os que amam a tua lei e não há nada que os faça tropeçar” 

Marie Josephe Rose Tascher de la Pagerie

Vê se você consegue entender a trama da história. Essa senhora aí era mais conhecida como Josefina de Beauharnais, um nome francês que não interessa muito, mas ela foi imperatriz dos franceses e também rainha da Itália, como pode isso? É possível, porque ela foi a primeira esposa de Napoleão Bonaparte, portanto, aqui já explica o fato dela ser imperatriz na França. Mas ela já havia sido casada com um tal visconde de Beauharnais com quem teve um casal de filhos, mas a sorte do visconde foi na guilhotina durante a revolução francesa e ela acabou viúva. A sorte sorriu para ela e desta vez ela se casou pela segunda vez com ninguém menos do que Napoleão Bonaparte, o homem forte da França. Napoleão adotou os seus dois filhos como se fossem dele e ela obviamente veio a ser imperatriz da França e em ato solene, o próprio Napoleão coroou sua imperatriz, sua esposa. Aconteceu na catedral de Notre Dame, Napoleão retirou a coroa da mão do papa Pio VII, se auto coroou e depois coroou sua esposa, nada atrevido ele! Napoleão fez mais, ele manipulou as coisas para que a filha de Josefine, sua enteada, se casasse com seu irmão, Luís Bonaparte que era na ocasião rei da Holanda. Hortência, o nome da menina, não gostou muito e só aceitou porque sua mãe a advertiu de que ela poderia criar um grande desentendimento familiar. E os desentendimentos começaram a aparecer entre Napoleão e Josefine quando ele desconfiou dela com um subalterno e por sua vez cortejou outras mulheres. O casamento entrou em colapso e eles se separaram pelo divórcio. Para o público a história era que Josefine se tornou estéril e Napoleão queria ter um filho para ser seu herdeiro. Agora, veja como as coisas vão acontecendo além da nossa capacidade de gerenciar tudo que pretendemos. Logo depois do divórcio Josefine contraiu pneumonia, faleceu e foi sepultada, mais tarde sua filha também faleceu e foi sepultada junto com a mãe. Apenas sete anos depois disso Napoleão também morreu, isolado na Ilha de Santa Helena quando ficou preso pelas tropas britânicas. Assim, uma saga de amor, de traição, de abandono chegou ao fim, essa é a vida aqui deste lado. O anel usado por Napoleão, quando pediu Josefine, foi leiloado em 2013 e atingiu a quantia de 730 euros. Era uma joia de ouro puro, 18 mm de diâmetro e decorado com uma pedra de safira azul e mais um diamante.

Como esta vida é ilusória! Nem dentro da realeza havia felicidade e hoje sabemos que muitas vezes o rei no palácio não é tão feliz como qualquer de seus lacaios. Talvez lá distante, numa cabana quase destruída na beira da estrada reine mais amor, mais paz, mais felicidade do que em cima de um trono emoldurado em ouro. Jesus já advertiu que no mundo só “tereis aflições” (João 16:33). A paz verdadeira que nos faz felizes só a teremos na presença diária de Jesus dentro de nosso lar, fora daí é o mundo e nosso mundo não tem o que de bom oferecer. Nas cenas diárias dos capítulos de nossa vida Jesus deve ser o ator principal para dar significado à nossa existência, porque sem Cristo o mundo é o mundo e nada mais.

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