Meditação diária de 20/03/2017 por Flávio Reti
20/03/2017
Meditação diária de 22/03/2017 por Flávio Reti
22/03/2017

Meditação diária de 21/03/2017 por Flávio Reti

Dia Internacional da Síndrome de Down

“Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça dai” Mateus 10:8

Síndrome de Down não é uma doença, é uma disfunção genética causada pela presença de um

cromossomo a mais na célula. É conhecida cientificamente pelo nome de COMOTRISSOMIA. Foi detectada em 1866 por um médico Inglês conhecido por John Langdon Down Nenhum estudo, até o momento, conseguiu precisar a causa dessa disfunção, mas sabe-se

que pode acometer qualquer raça e não tem relação com ambiente cultural, social ou econômico. Única coisa que se sabe é que a idade da mãe pode contribuir. Quanto mais tarde a mãe conceber, mais probabilidade da criança nascer com a síndrome. A probabilidade de uma criança nascer com a síndrome é de 1 para cada 700 nascimentos. É possível diagnosticar a presença desse problema antes do nascimento com exames pré-natais. Um dos resultados positivos da ciência está no aumento de vida e de qualidade de vida para os downs. Até a década de 40 a probabilidade de vida era até os 15 anos apenas, a partir de 2014 a probabilidade de vida saltou para 50 anos ou mais,

chegando em alguns casos a 70 anos. A pessoa mais velha no mundo, com a síndrome de Down, era uma mulher de Anápolis, Goiás, de nome Dilmar Teixeira, que faleceu em 2007 com 74 anos.

Esqueça por um pouco o problema das crianças e adultos com Down. Pense em você que se julga ser uma pessoa normal, inteligente, sem qualquer problema, e não sabe que tem mais disfunções do que uma criança com a síndrome de Down. Há pessoas que se sentem confusas, desorientadas, com medo da vida, inseguras. Sentem a vida desencontrada, criam problemas profissionais, afetivos e financeiros.

Você por certo não é um desses. Seu problema pode ser outro. Relacionamento, sensação de pânico, dores sem explicação, agressividade, vergonha e podemos elencar uma série de problemas que podem advir aos sortudos que tem o privilégio de viver a vida moderna se achando que não têm problema algum.

Como era a vida de Cristo? Será que ele tinha algum desses problemas que afetam a humanidade atual?

Ele teve momentos de pânico pouco antes da sua morte, teve medo, suou sangue, sentiu-se abandonado pelos amigos, solidão na hora da crise, desespero diante da possibilidade de pecado, mas com uma vantagem: Ele sabia colocar tudo nas mãos de seu Pai, nosso Deus.

Aqui está a grande sacada. Saber que temos com quem contar nas horas difíceis da nossa vida. Davi, antes de assumir o trono, vivia acossado pela perseguição de Saul. Era fugitivo de caverna em caverna. Anoitecia em um lugar e amanhecia noutro. Uma vida atribulada, mas veja o que ele disse. “Alegrei-me quando me disseram, vamos à casa do Senhor” (Salm.122:1) A maioria dos males da vida moderna se curam com nossa presença na casa de Deus e com a presença de Deus em nossa vida. Pense nisso! No momento, nossa preocupação deveria ser servir ao Senhor com todas as nossas forças e com todo nosso entendimento. Nossa compreensão da vida aumentará à medida que fizermos uso dos atributos divinos em nossa vida e nossa experiência religiosa vai aumentar

à medida que pusermos mais religião na nossa vida diária. Precisamos, de fato, ser cristãos neste mundo se quisermos ouvir de Jesus o “bem está servo bom e fiel, entra no gozo do seu Senhor”. Esqueça os downs com sua síndrome, é apenas uma disfunção genética, e se concentre nos que se acham sadios, perfeitos, com tantos problemas de comportamento, de vida e se dizendo filhos de Deus, aguardando a volta de Jesus. Neste caso, não sei para quê, porque com um caráter defeituoso pessoa alguma alcançará a misericórdia de Deus. Já passou da hora de fazer um balanço da vida e pensar diferente. Pode ser hoje, agora. Antes de fechar esse devocional, ore primeiro.

Os comentários estão encerrados.