Meditação diária de 19/12/2019 por Flávio Reti – Zumbi dos Palmares
19/12/2019
Comentários da Lição 12 (4o Trim/2019) por Classe dos Pais
20/12/2019

Meditação diária de 20/12/2019 por Flávio Reti – Uri Geller

20 de dezembro

Mateus 7:15  “Guardai-vos dos falsos profetas que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”

Uri Geller

Lá pela década de 70, andou por aqui pelo Brasil um jovem judeu, nascido em Tel Aviv em 1946, naturalizado britânico, um ano apenas mais novo que eu, que se apresentava em programas de televisão realizando demonstrações de ações consideradas paranormais. Ele dizia que essas ações eram provocadas pela força de sua mente e pelo poder da sua vontade e que havia recebido tais poderes de um extraterrestre que passou por lá. Ele realizava “telecinese” (movimentação de um objeto à distância sem tocar nele), rabdomancia (adivinhação por meio de uma varinha mágica) e telepatia (ver e saber o que se passa longe, à distância). Para muitos que a ele assistiram, ele não passava de um charlatão. Mas, publicamente, ele estirava os braços, segurando uma colher ou um garfo na mão e o entortava diante de seus olhos, ele identificava um objeto oculto com os olhos vendados, fazia os ponteiros de um relógio de parede andarem para frente ou para trás diante de seus olhos inconformados com o que estava vendo. Um parapsicólogo de nome James Randi afirmou que Uri Geller não era dotado de paranormalidade coisa alguma. Ele dizia que conseguia os mesmos efeitos, repetia as mesmas experiências e obtinha os mesmos resultados deslumbrantes usando apenas de truques e ilusionismo. Um ilusionista bem conhecido do público americano, Cris Angel, chegou oferecer 1 milhão de dólares a Uri Geller e a um tal de Jim Callahan, que também fazia proezas semelhantes, se eles conseguissem dizer, usando apenas a mente, o conteúdo de um envelope que ele tinha na mão. Uri Geller recusou a oferta, sem dizer o porquê. Muitos se achavam ofendidos com a tal “paranormalidade” de Uri Geller e ele mesmo se ofendia quando as pessoas o rechassavam chamando-o de charlatão, a ponto de levantar processos contra várias pessoas que abusavam de seus poderes paranormais, mas perdeu em todos os processos. Realmente, ele nunca disse que era paranormal, dizia sempre que fazia com a força da sua mente e com a força de sua vontade. O tempo passou, a fama arrefeceu e hoje Uri Geller é um vendedor de joias em um canal de televisão. Em 2017 a CIA franqueou para o público mais de 13 milhões de páginas com material, até então, considerado sigiloso. Lá pelo meio das páginas estavam testes feitos analisando as habilidades de Uri Geller, da época que Uri Geller desfrutava de fama internacional dando shows e demonstrando seu poderes nas televisões de todo mundo. A CIA concluiu o seguinte: Uri Geller “exibiu habilidade perceptiva paranormal de modo contundente”. Ele reproduzia numa sala desenhos que outra pessoa estava desenhando simultaneamente noutra sala com mais de 50% de precisão. Ele até terminava primeiro o que a outra pessoa oculta estava desenhando.

Com que poder ele fazia a gente nunca soube, mas sabemos que tudo que é verdadeiro pode ser falsificado. Jesus advertiu enfaticamente contra os falsos mestres dos últimos dias. Cautela é a palavra certa para esses últimos dias que já estamos vivendo. A falsidade campeia pelas igrejas, nas empresas e nas famílias, procurando deturpar tudo que ainda tiver uma peninha de verdade. É nosso privilégio conhecer a verdde de Deus e com ela aferir tudo mais para nunca sermos enganados.

Os comentários estão encerrados.