Comentários da Lição 4 (2o Trim/2017) por Flavio Reti
19/04/2017
Meditação diária de 21/04/2017 por Flávio Reti
21/04/2017

Meditação diária de 20/04/2017 por Flávio Reti

Dia do Diplomata

“Eles, porém, zombavam dos mensageiros do Deus, desprezando suas palavras e mofando dos seus profetas, até que o furor do Senhor subiu tanto contra o seu povo que mais nenhum remédio houve” II Crônicas 36:16

A palavra diplomacia está ligada à política externa de um país. Nada mais é do que manter no país estrangeiro um representante legal que seja reconhecido pelas duas partes. Um diplomata pode resolver assuntos de governo a respeito da paz, de guerra, de comércio exterior. Mantém no outro país uma embaixada onde recebe os nacionais residentes nesse outro país para resolver problemas de documentação, de passaportes, de repatriação, entre muitos outros serviços.

Em 1961, aconteceu em Viena, Áustria, uma convenção que definiu as atribuições de um diplomata no plano do direito internacional. Existe, em Brasília, uma escola que prepara diplomatas, é o Instituto Rio Branco. Deve esse nome a José Maria da Silva Paranhos, o barão do rio Branco, que é o patrono da diplomacia brasileira. Ao ser aprovado no concurso de admissão, o interessado começa a carreira diplomática e pode um dia chegar a ser embaixador. O diplomata deve ser capaz de representar o Brasil perante as nações, promover a cultura e os valores de nosso povo e defender os interesses de nosso país. Diplomacia é o assunto do momento. Muitas mudanças nas relações internacionais estão ocorrendo de maneira acelerada. A cooperação entre os povos do mundo

exige esforço e habilidade política. O Itamaraty pode dar uma importante contribuição a todos que almejam a carreira diplomática do Brasil e no exterior.

Mas e quando falamos em representar, não um governo qualquer, mas o governo de Deus, defender o reino de Deus perante os povos do mundo todo? É mais do que ser um diplomata de carreira, é uma representação direta. Temos que defender nossa bandeira.

O apóstolo Paulo, assumiu essa função e a defendia com muita seriedade. Observe suas palavras: “De sorte que somos embaixadores por Cristo, como se Deus por nós vos exortasse. Rogamo-vos, pois, por Cristo que vos reconcilieis com Deus” (II Cor.5:20). Ser um embaixador em tempos de paz é alguma coisa até prazerosa, mas defender um reino em tempos de guerra é bem outra coisa. Nosso mundo passa por turbulência em todos os aspectos. Política, econômica, educacional, religiosa e nós somos chamados a ser embaixadores de Cristo nesse mudo agitado por toda sorte de ventos ameaçadores. Não passamos por um “Instituto Rio Branco” para ser embaixador de Cristo e talvez não estejamos bem preparados para desempenhar a missão. Logo, cumpre-nos aplicarmos toda diligência para executar nossa obrigação a contento na promoção do reino de Deus, buscar nos equipar com condições para a função. Cristo conta comigo agora, no momento eu sou embaixador e muitos desafios estão pendentes esperando minha autoridade entrar em ação. Vou ficar parado? Você vai ficar parado? Essa carreira diplomática do reino de Cristo pode render boas promoções. Um dia você será chamado de volta para o seu reino, na sua pátria, a pátria celestial.

Se eu me assumo como representante do reino de Cristo, eu devo ter algum preparo na diplomacia celestial para fazer jus à representação do reino. A mim como diplomata desse reino virão problemas e alegrias com as quais eu deverei lidar diariamente com conhecimento de causa. O sucesso da minha diplomacia nos negócios do reino de Cristo está diretamente ligado ao quanto eu conheço do seu reino e do quanto eu me preparei para a missão. Cristo, o rei, confiou a mim o cargo de representante legal seu neste mundo estranho, estrangeiro, certo de que eu vou desempenhar a parte que me corresponde a contento do interesse do reino. Que Deus nos ajude a ser fieis representantes seus aqui nesta terra e que os casos com os quais lidarmos sejam resolvidos conforme a sua vontade e seu interesse para o sucesso da nossa terra, o céu.

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